MATO GROSSO
Marido mata esposa após ela se recusar a desbloquear o celular
MATO GROSSO
Uma mulher identificada como Maria Lucia Leite da Silva, de 25 anos, foi morta com um tiro na cabeça disparado pelo próprio marido.
O feminicídio aconteceu na fazenda onde o casal morava na zona rural de Vila Rica (1.150 km de Cuiabá), já na divisa com São Félix do Xingu (PA).
O crime aconteceu no sábado (12), mas só veio a público nesta quarta-feira (16).
Durante uma discussão, o marido teria exigido que Maria Lucia entregasse seu celular desbloqueado a ele.
Com a recusa, o marido se irritou e pegou uma arma. Antes de atirar contra a esposa, ele atirou no celular e em seguida na cabeça da vítima.
Maria Lucia morreu no local. O casal tinha uma filha de 2 anos, que estava na fazenda no momento do assassinato.
De acordo com a Polícia Civil, testemunhas informaram que, após o crime, o assassino entrou em contato com um parente informando o que ocorreu e pediu que buscasse a filha do casal que estava na fazenda. Depois disso, fugiu.
O homem continua foragido. A Polícia Militar realizou rondas no dia pela região, mas não conseguiu localizar o suspeito
FONTE/ REPOST: GIORDANO TOMASELLI – MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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