MATO GROSSO
Mascarado assusta funcionários no Hospital Metropolitano de VG
MATO GROSSO
Um homem, não identificado, apareceu de madrugada no Hospital Metropolitano em Várzea Grande usando uma máscara e deixou os funcionários da unidade apreensivos.
“Às 2h esse cara surgiu da escuridão com essa máscara, entrou na recepção do pronto atendimento do hospital, olhou tudo e saiu. Foi embora por outro caminho. Quando viu a câmera, tentou esconder o rosto e tinha uma bolsinha do lado”, disse um funcionário.
O caso ocorreu em 18 de março. Segundo os funcionários, o mascarado não falou nada, mas a presença dele foi suficiente para deixar os profissionais da unidade apreensivos.
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“Ele não falou nada, só entrou na recepção. Eu estava no cantinho, ele não me viu. E os seguranças não estavam lá. Ele voltou e foi embora”, relatou um funcionário.
Em nota, a SES-MT (Secretaria Estadual de Saúde) confirmou o caso, mas enfatizou que a situação não ofereceu risco de violação da segurança interna.
Confira na íntegra a nota da SES:
“A SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da direção do Hospital Metropolitano, informa que o fato ocorreu no dia 18 de março, às 2h da madrugada, na área externa da unidade e sem risco de violação da segurança interna. A SES informa ainda que o hospital dispõe de equipamento de segurança eletrônica e de profissional capacitado para a proteção do patrimônio, dos trabalhadores e dos pacientes”.
FONTE/ REPOST: HELENA COREZONAÉ – PRIMEIRA PÁGINA
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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