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Mato Grosso participa de Comissão de Inovação e Boas Práticas em Comunicação

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A secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, foi eleita para compor a Comissão de Inovação e Boas Práticas, criada pelo Conselho Nacional das Secretarias Estaduais de Comunicação com o objetivo de discutir e disseminar iniciativas inovadoras que buscam melhorar a prestação de serviços de comunicação governamental.

Além de Mato Grosso, também fazem parte da comissão, os secretários dos Estados do Rio de Janeiro, Igor Marques, e de São Paulo, Lais Vita.

A criação da comissão ocorreu durante o 2° Fórum Nacional das Secretarias Estaduais de Comunicação, realizado na quinta-feira (21.09), no Rio de Janeiro. Outras três comissões foram criadas no evento: de Combate à Fake News, Jurídica e de Comunicação Social.

“Temos muitos exemplos de boas práticas ocorrendo em todo país e que podem ser compartilhadas entre todas as secretarias. Isso irá ajudar na profissionalização da comunicação pública”, afirmou a secretária, que fez a proposta de criação da comissão e foi acatada por todos os presentes.

No Fórum, os secretários de Comunicação de 23 Estados assinaram uma carta-compromisso para o enfrentamento às falsas notícias, chamadas de Fake News, e defenderam a implementação de políticas públicas visando à correta divulgação dos fatos e o investimento em campanhas e ações para alertar a população sobre a necessidade de se buscar informações em fontes confiáveis.

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A carta será entregue aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, por meio da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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