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Mauro diz que enquanto servidores comemoram fim da intervenção, população chora e morre

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O governador Mauro Mendes (União) que está em viagem, comentou a decisão da ministra Maria Thereza Moura, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que devolveu ao município de Cuiabá, a administração da saúde pública na Capital.

O governo de Mato Grosso estava sendo responsável pela administração da saúde, desde o dia 28 de dezembro, quando o desembargador Orlando de Almeida Perri acatou uma representação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) pedindo intervenção da saúde cuiabana.

Após a decisão da ministra nesta sexta-feira (06), o governador comentou a decisão, lamentando que enquanto os servidores municipais soltaram rojões e beberam champagne, a população chora e morre nas filas dos hospitais na Capital.

“Enquanto eles estão estourando champanhe e comemorando, a população de Cuiabá está chorando e morrendo por falta de médicos, falta de remédios e pela corrupção com o dinheiro da saúde”, enfatizou o governador.

Ao assumir o papel de interventor, Hugo Fellipe Lima, exonerou aproximadamente 30 servidores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), e expôs em um relatório, que a saúde municipal tem uma dívida superior a R$ 356 milhões.

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Com a decisão de Maria Thereza, caberá ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) retomar a administração da saúde e nomear secretários e diretores.

DIARIO DIGITAL MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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