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Mercado global de aeronaves traz opções similares mais baratas que modelos nacionais; saiba como escolher a ideal para sua necessidade

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Com crescimento sólido nos últimos anos e mercado cada vez mais aquecido, a aviação executiva no Brasil tem ganhado força, e a importação de aeronaves tem sido solução para diminuir o tempo de espera e gerar economia. O tempo de espera de um modelo novo pode ultrapassar dois anos, dependendo do modelo escolhido, levando consumidores a buscar no mercado internacional aeronaves usadas, que podem render até 30% de economia no valor final da transação em comparação com modelos nacionais.

De acordo com o especialista em aviação Fernando De Borthole, do canal “Aero Por Trás da Aviação”, o mercado de aeronaves usadas é diferente de uma concessionária convencional de veículos, pois possibilita escolher unidades espalhadas ao redor do mundo.

“Uma boa opção para quem precisa da aeronave o quanto antes é o mercado de aviões usados, que, diferente de uma concessionária, que você pode escolher somente modelos exibidos, na aviação o mercado é mundial. São os mais diversos modelos disponíveis. E ainda tem a vantagem de importar um avião com um custo menor, com tecnologia avançada e em excelentes condições”, explica Borthole.

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Ele afirma que além de encurtar o tempo de espera para contar com a aeronave, a qualidade dos modelos surpreende na relação custo-benefício. “Na aviação, um avião de dois, cinco anos de uso, ele é praticamente ‘zero’, porque o estado de uma aeronave é medido pela quantidade de horas de voo e pela manutenção, e não pelo ano de fabricação. Logo, tem muitas opções interessantes que podem se encaixar com a necessidade de cada um”.

A tendência de crescimento no segmento é reforçada pela diretora de novos negócios da WM Trading, Amanda Verjovsky. “Somente em 2024, Mato Grosso importou R$ 120 milhões em aeronaves, sendo o terceiro maior importador do país. Com o bom momento do agronegócio e o crescimento econômico da região Centro-Oeste, a expectativa é que o crescimento continue, especialmente nas aeronaves agrícolas, além das executivas, como jatos e turboélices”, pontua.

Amanda explica que importar uma aeronave pode trazer benefícios como a economia de até 30%, menor tempo de espera e a tecnologia mais avançada nas aeronaves.

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“Com mais de duas décadas no mercado, a WM Trading é especialista em planejamento tributário e logístico para otimizar as operações. Importar uma aeronave é uma operação complexa e com várias etapas, por isso a importância de escolher bem como realizar o processo. Oferecemos ampla experiência na importação de aeronaves executivas, com domínio total das leis e regulamentos aeronáuticos, além de tempo recorde na liberação de aeronaves importadas, pois reconhecemos a importância em encurtar caminhos e entregar um serviço de qualidade aos clientes”.

WM Trading

Com sede em Vitória-ES, a WM Trading foi a primeira do segmento no Brasil a obter a certificação ISO 9001, conquistando o selo no ano de 2010.
A companhia está presente em 14 estados brasileiros e uma filial no Panamá. Além disso, a empresa possui certificações necessárias para concluir nacionalizações junto a diversos órgãos como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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