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Ministro: “O governador vem transformando Mato Grosso por meio da inclusão digital”

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O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, afirmou que o governador Mauro Mendes vem “transformando Mato Grosso” por meio da inclusão digital.

A fala ocorreu na manhã desta quarta-feira (03.05), na Escola Técnica Estadual de Cuiabá, durante a entrega da certificação de 120 alunos formados pelo Programa de Recondicionamento de Equipamentos Eletrônicos (Recytec).

Ainda foram entregues 100 computadores recondicionados pelos alunos do curso a entidades filantrópicas parceiras dos programas sociais coordenados pela primeira-dama Virginia Mendes, também presente no evento.

“O governador Mauro Mendes, de forma muito exitosa, vem transformando o Estado de Mato Grosso por meio da inclusão digital. Quero colocar o Ministério das Comunicações à disposição de mais parcerias”, frisou o ministro.

Conforme Juscelino, o programa do Governo Federal tem atuado em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e a ONG Programando o Futuro, visando promover o empreendedorismo e a empregabilidade.
O ministro destacou a iniciativa do governador em expandir esse programa para outras regiões de Mato Grosso, com foco inicial nos maiores polos.

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“Estamos focados em fazer desses programas mecanismos de inclusão e é muito importante a parceria do Estado. O governador autorizou e estendeu a continuidade do programa por mais dois anos”, relatou.

Para o governador Mauro Mendes, levar inclusão digital aos jovens é determinante para que eles possam conquistar oportunidades no mercado de trabalho.

“O projeto insere milhares de jovens na inclusão digital, que aprendem a manusear equipamentos de tecnologia. Isso é de uma importância social muito grande. E quando você olha pela perspectiva ambiental, também e importante, pois os equipamentos que iam para o lixo são recuperados e se transformam em ferramentas para mudar vidas”, afirmou.

Mauro Mendes adiantou que irá destinar recursos para ampliar a parceria com o Governo Federal neste programa.

“Entramos nisso há um ano e meio, e com o apoio do Governo Federal e dos nossos parceiros da bancada, não tenho dúvida que vamos alocar mais recursos para que esse programa possa se expandir e que essas entregas de hoje possam acontecer em outras regiões do estado, beneficiando milhares de jovens”, concluiu.

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Fonte: Governo MT – MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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