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Morte política, diz Emanuel Pinheiro sobre o futuro dos seus opositores em Cuiabá

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“A eleição passa por Emanuel Pinheiro, quem o Emanuel Pinheiro apoiar, vai para o 2º turno. Quem o Emanuel Pinheiro apoiar, deve ganhar as eleições. Não estou dizendo que vai ganhar, porque não depende de mim, mas deve ganhar as eleições”, argumentou.

Entretanto, a oposição a Emanuel Pinheiro  avalia de maneira diferente. Para eles, quem receber seu apoio, não obterá a tão sonhada transferência de votos, mas sim, a rejeição que a gestão tem acumulado sendo alvo de intervenção na Saúde e  de 17 operações policiais.

Conforme último levantamento,  56% da população cuiabana aprovam a gestão de Emanuel Pinheiro.

No entanto, o prefeito garante  que sua popularidade segue em alta, devido aos bons trabalhos que segundo ele, tem realizado. Sendo assim, conseguirá emplacar o sucessor, já que tem “cheiro de povo”.

“Por quê [vou fazer o sucessor]? Porque Emanuel Pinheiro é povo, é povão, tem cheiro de povo e de gente. Trabalha para os mais carentes e humildes, trabalha para uma Cuiabá mais moderna”, salientou.

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Na avaliação de Emanuel Pinheiro, a consequência para aquele que tentar manchar a gestão, será o fracasso.

“Eles estão assinando a sentença de morte política e eleitoral deles. Estão mexendo com fogo, não sabem o que representa a Gestão Emanuel Pinheiro e o conceito da gestão no coração dos cuiabanos”.

 

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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