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Motociclista morre ao bater em poste ao “rampar” quebra-molas

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O motociclista Carlos Alberto Neves dos Santos, de 30 anos, morreu na noite de domingo (20) após bater a moto que pilotava contra um poste em Lucas do Rio Verde (a 353 quilômetros de Cuiabá).

Conforme a Polícia Civil, o acidente aconteceu no Centro da Cidade, em frente ao 13° Batalhão da Polícia Militar. O caso foi registrado como “queda acidental”.

Segundo uma testemunha, Carlos estava em alta velocidade e não teria visto o quebra-molas que estava a sua frente. Depois de passar pelo obstáculo ele perdeu o controle do veículo e bateu de frente ao poste do canteiro da avenida.

O Corpo de Bombeiros o encaminhou em estado grave para o Hospital São Lucas, mas ele morreu logo após dar entrada na unidade.

De acordo com a imprensa local, devido ao impacto ele teria dado entrada no hospital com o pescoço quebrado.

O corpo de Carlos foi velado na Igreja Assembleia de Deus de Perus, no bairro Parque das Araras.

A Polícia Civil acompanha o caso.

FONTE/ REPOST: LIZ BRUNETTO – MÍDIA NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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