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Motor 1.6, ar, câmbio automático, câmera, painel multimídia… carro zero com desconto deixa para trás o popular da década de 90

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Ar-condicionado, câmbio automático, motor acima de 1.0 e muitos itens vip: os modelos de veículo alcançados pela Medida Provisória que define descontos oferecidos pelo governo ao consumidor final nem de longe lembram os carros populares que deram origem à expressão na década de 1990.

O g1 identificou no início de junho 54 promoções nos sites das montadoras. Há modelos disponíveis por menos de R$ 60 mil e outros veículos com descontos que chegam a R$ 21 mil. Além do pacote de incentivos do governo, as empresas também estão oferecendo descontos próprios, para estimular o consumo.

Dos 54 modelos identificados, pelo menos 33 têm ar-condicionado. Mesmo os carros mais básicos, que não apresentam a descrição explícita do item nos anúncios, descrevem outros itens de conforto e segurança como painel multimídia e câmera de ré, entre outros.

Além dos 16 modelos identificados com motor 1.0, há outros 16 identificados com motor 1.6, 12 com motor 1.3 e 3 com motor 1.4. Outros sete carros são identificados com siglas, mas revelam potência que supera os 100 cavalos.

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Embora 27 modelos tenham câmbio manual, 21 dos veículos anunciados são equipados com câmbio automático, item raro nos carros populares de antigamente. Outros seis não mencionam o tipo de câmbio. Quarenta modelos são descritos como flex.

G1

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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