MATO GROSSO
MT Hemocentro encerra ano com campanha para aumentar estoque de sangue
MATO GROSSO
O MT Hemocentro encerra o ano de 2023 com a campanha Doador Nota Mil. O objetivo é intensificar as coletas para repor e manter o estoque de sangue durante as semanas de Natal e Ano Novo, quando os números de doações tendem a diminuir.
“O período festivo de fim de ano causa queda considerável no número de doações e é quando, mais do que nunca, precisamos da solidariedade dos voluntários. Dezembro inspira o amor ao próximo e estamos nos mobilizando para manter o estoque de sangue com o apoio de cada doador”, destacou a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela.
A campanha “Doador Nota Mil” é idealizada pela equipe Os Últimos. Em parceria com o MT Hemocentro, o grupo disponibilizou mil camisetas para os doadores que fizerem doação de sangue até o fim do estoque das camisetas. A equipe Os Últimos disputa anualmente a Corrida de Reis e os doadores que ganham a camiseta também são convidados para correr.
Além da campanha, o MT Hemocentro está realizando coleta de sangue no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), por meio do caminhão da unidade de saúde. A ação iniciou nesta segunda-feira (18.12) e segue até o dia 12 de janeiro de 2024, das 8 às 16hs, em dias uteis.
Durante o mês de dezembro, o MT Hemocentro também realizará coletas internas na sede da unidade. As doações podem ser agendadas por este link ou por meio dos telefones (65) 3623-0044 (Ramal 221 e 222) e WhatsApp (65) 98433-0624.
A sede do MT Hemocentro está localizada na Rua 13 de Junho, nº 1.055, Centro Sul, Cuiabá. O funcionamento regular da unidade ocorre de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h.
Referência estadual
O MT Hemocentro é coordenador e referência em hematologia e hemoterapia em Mato Grosso, e atende à demanda sanguínea dos prontos-socorros de Cuiabá e de Várzea Grande, do Hospital Universitário Júlio Müller, do Hospital Municipal São Benedito, do Hospital Metropolitano de Várzea Grande, do Hospital Estadual Santa Casa e do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).
A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, destacou que as unidades no interior do Estado que fazem parte da Hemorrede também estão trabalhando para aumentar o estoque de sangue neste mês de dezembro.
“Nossas unidades de coleta e transfusão de Cáceres, Rondonópolis, Juína, Juara, Tangará da Serra, Sinop, Água Boa, Primavera do Leste, Barra do Garças, Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Barra do Bugres e Porto Alegre do Norte estão de portas abertas para receber os doadores solidários”, ressaltou a gestora.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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