MATO GROSSO
MT Warriors divulga card completo com 12 lutas 100% profissionais e disputa de cinturão
MATO GROSSO
O MT Warriors Championship, primeiro campeonato 100% profissional de kickboxing de Mato Grosso, segue nos preparativos para entregar uma grande competição e já definiu o card completo com 12 lutas, incluindo os atletas que disputarão o cinturão. O evento será realizado no dia 27 de setembro, no Palácio das Artes Marciais Iusso Sinohara, anexo à Arena Pantanal, em Cuiabá. A entrada é gratuita.
Uma das novidades desta edição é a estreia da disputa feminina: Ana Clara Montini, do Paraná, enfrentará Luany Rocha, representante de Mato Grosso, no card preliminar da categoria peso pena (até 65 kg). A pesagem oficial dos atletas ocorrerá um dia antes do evento, que conta com o apoio do Governo de Mato Grosso.
Os quatro atletas que disputarão o cinturão representam os estados de Mato Grosso, Acre e Paraná. As disputas ocorrerão nas categorias peso cruzador (até 85,1 kg) e peso pesado (até 94,1 kg).
Na categoria peso cruzador, se enfrentam Gabriel Pertusi Pérola de Araújo (Barra do Garças – MT) e Adriano de Oliveira Souza (Cuiabá -MT). Já no peso pesado, sobem ao ringue José Carlos “Carlão” ( Cuiabá -MT) e Allyson Campos (PR).
Na categoria peso leve (60 kg), o combate será entre Leri Yuri, de Alta Floresta, e Wellyngton “Coringa”, de Diamantino. No peso super leve (69 kg), duelam Otávio da Silva Barreto, de Cuiabá, e Felippe Kenpfer, de Primavera do Leste. Na mesma categoria, também se enfrentam Murilo Galvão, de Maringá (PR), e Nathan Breno, de Cuiabá.
No card preliminar, pela categoria peso médio (75 kg), o confronto será entre Kallel de França, de Várzea Grande, e Paulo Antônio, de Cuiabá.
Na categoria meio-médio (71,8 kg), Lázaro Júnior, de Cuiabá, encara Oscar Schmidt, de Chapada dos Guimarães. Ainda no peso médio (75,1 kg), a disputa será entre Rodrigo da Silva, do Rio Grande do Sul, e Victor Lucas Silva Freire, de Barra do Bugres.
Pelo peso super médio (78,1 kg), se enfrentam Vini Monstro, de Dourados (MS), e Caio Getúlio, de Primavera do Leste. Ainda no peso super leve (69,1 kg), o duelo será entre Augusto Almeida, de Valparaíso (GO), e Bruno Splenger, de Sorriso.
Fechando o card, mais uma luta na categoria super médio (78,1 kg): Danilo Dias Vieira “Striking”, de Nova Andradina (MS), encara Matheus Gomes, de Primavera do Leste.
“O MT Warriors é um passo decisivo para o fortalecimento do kickboxing profissional em Mato Grosso. É um evento inédito no estado, com todas as lutas em nível profissional e atletas altamente preparados disputando cinturões. Esse campeonato tem uma missão fundamental: revelar novos talentos. O apoio que estamos recebendo, vem sendo fundamental para proporcionar estrutura, segurança e organização de qualidade”, destacou o presidente da Federação de Kickboxing do Estado de Mato Grosso (FKBEMT), Mateus Wesley Nogueira Noya.
PREMIAÇÃO
Com premiação total de R$ 50 mil – a maior já registrada em competições da modalidade no estado, o MT Warriors Championship chega para marcar uma nova era no esporte regional. Além do prêmio em dinheiro, os três melhores atletas da noite garantirão vaga direta no WGP Kickboxing, o maior campeonato da América Latina na modalidade.
O campeonato conta com a chancela da Confederação Brasileira de Kickboxing Profissional (CBKB PRO) e da World Association of Kickboxing Organizations Professional (WAKO PRO), garantindo reconhecimento nacional e internacional aos atletas participantes. O evento também terá transmissão ao vivo pelo Youtube.
ESTRUTURA
Além do ringue profissional e iluminação especial, o projeto conta ainda com ambiente climatizado, decoração, Painel de LED P2, com alta definição, capacidade ampliada: mais de 1.000 lugares no total, somando arquibancadas e área exclusiva de cadeiras para convidados e patrocinadores. O local também dispõe de quatro banheiros, todos recentemente reformados.
CARD COMPLETO
Peso Leve (60 kg): Leri Yuri X Wellyngton “Coringa”
Peso Super Leve (69 kg): Otávio da Silva Barreto X Felippe Kenpfer
Murilo Galvão X Nathan Breno
Peso Médio (75 kg): Kallel de França X Paulo Antônio
Peso Meio-Médio (71,8 kg): Lázaro Júnior X Oscar Schmidt
Peso Médio (75,1 kg): Rodrigo da Silva X Victor Lucas Silva Freire
Peso super leve (69,1 kg): Augusto Almeida X Bruno Splenger
Super Médio (78,1 kg): Danilo Dias Vieira “Striking” X Matheus Gomes
Peso Cruzador (85,1 kg): Gabriel Pertusi Pérola de Araújo X Adriano de Oliveira Souza (Cinturão)
Peso Pesado (94,1 kg): José Carlos “Carlão” X Allyson Campos (PR) (Cinturão)
Feminino Peso Pena (até 65kg): Ana Clara Montini X Luany Rocha
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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