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Mulher é detida pela Polícia Civil por maus-tratos a animais em Vila Rica

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Uma mulher de 22 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (12.07), em Vila Rica, na região nordeste do estado, por maus-tratos a animais.

A Delegacia de Vila Rica recebeu uma denúncia de que uma cadela seria vítima de maus-tratos. Para checar a informação recebida, a equipe foi até a quitinete, onde a moradora alegou que o animal estaria com leishmaniose.

Contudo, os policiais perceberam que os vasilhames de água e ração estavam vazios e, ao colocarem um pouco de comida, a cadela comeu de forma rápida, demonstrando que estava faminta.

Diante do fato, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Vila Rica para os procedimentos de flagrante.

Um veterinário consultado pelo delegado Diogo Jobane informou que o estado de saúde do animal é grave e que a cadela está com leishmaniose.

O crime de maus-tratos a animais está previsto na lei 9.605. Em 2020, a lei 14.064 aumentou a pena a quem como abusar, maltratar, ferir ou mutilar cães e gatos, para 2 a 5 anos de reclusão, multa e proibição da guarda. Caso o crime resulte na morte do animal, a pena pode ser aumentada em até 1/3.

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Fonte: GOV MT

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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