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Mulher mandante de duplo homicídio em Sapezal é presa na zona rural do município de Canarana

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Uma mulher, apontada como mandante de um duplo homicídio ocorrido em 2019, em Sapezal (480 km a noroeste de Cuiabá), foi presa pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (21.07), no município de Canarana, região leste do Estado.

Foragida há cerca de 2 anos, a suspeita teve a prisão expedida pela Justiça, após investigação da Delegacia de Sapezal para elucidar o crime, que vitimou duas adolescentes, sendo uma delas gestante de 3 meses.

Durante diligências, os policiais civis descobriram o paradeiro da procurada, que estava residindo na zona rural de Canarana. Diante das informações, foi solicitado apoio à equipe de Canarana, que efetuou a prisão da suspeita.

Conforme apurado, a mulher atraiu as menores, ambas de 16 anos, para uma região de lavoura na cidade de Sapezal, onde dois indivíduos aguardavam para executá-las. O crime teve como motivação briga entre facções.

Na época dos fatos, as vítimas foram consideradas desaparecidas desde o dia 24 de abril de 2019. Depois de um mês, funcionários da fazenda encontraram seus corpos, que apresentavam sinais de tortura.

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A presa foi conduzida para as providências cabíveis e, posteriormente, colocada à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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