MATO GROSSO
Mutirão da Cidadania atendeu 400 moradores em Tangará da Serra
MATO GROSSO
Segunda via da Carteira de Identificação, da Certidão de Nascimento, atendimento do Cadastro Único e testes rápidos para sífilis e Aids foram alguns dos serviços levados pelo Mutirão da Cidadania aos moradores de Tangará da Serra (240 km de Cuiabá) nesta quinta-feira (29.06).
A ação, idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, é realizada pela Secretaria de Estado de Cidadania e Assistência Social (Setasc) e já passou por 24 municípios em 2023. Em Tangará da Serra, cerca de 400 moradores foram atendidos.
“É uma alegria estar em Tangará da Serra com mais um mutirão da cidadania, levando vários serviços da Setasc e do município para a população. Estamos com o Procon, trabalhando a defesa do consumidor; com o Direitos Humanos, principalmente focado na questão de combatermos juntos a violência contra mulher; falando do SER Família, dos cartões de transferência de renda; e os serviços de cidadania, como o fornecimento de documentos pessoais, segunda via de certidão, fotos 3×4, serviços de saúde, campanha de vacinação. Então, foram vários serviços disponibilizados para a população de Tangará”, enfatizou a secretária da Setasc, Grasi Bugalho.
Para a secretária municipal de Assistência Social de Tangará da Serra, Marcia Kiss, ações como o mutirão da cidadania, principalmente em parceria com o Governo do Estado, são de extrema importância pois possibilita que, em único dia, seja atendido um número maior de pessoas.
“É uma gratidão a gente fazer parte dessa ação do governo do Estado, com toda a equipe da Setasc, e trazer, acima de tudo, serviço de qualidade para a nossa população. É um agradecimento em nome dos nossos munícipes, do nosso prefeito, ao governador Mauro Mendes e a nossa primeira-dama, Virginia Mendes, principalmente porque vocês vieram da capital, para nos atender com carinho, alegria e empatia pelo que as pessoas precisam”, disse.
A dona de casa Edna dos Santos Gomes acompanhou a mãe até o mutirão para tirar a segunda via da certidão de nascimento. “Estava precisando de um serviço como esse, porque tinha tentado antes e não tinha conseguido fazer o documento”, disse a filha de dona Marilce Ramos, que completou: “agora vai ser bom demais. Vou poder fazer minha identidade. A antiga eu tirei quando tinha 17 anos e estava até agora sem”.
Para José Francisco do Nascimento, que mora em Campo Novo do Parecis, o mutirão foi uma boa surpresa. Ele, que é nascido em Tangará da Serra, estava na cidade para uma consulta médica, e aproveitou para tirar a segunda via da carteira de identidade.
“O pessoal aqui me atendeu super bem, foi muito humano, e o mais importante foi que eu consegui tirar a segunda via da minha identidade, porque eu tinha perdido todos os documentos”, concluiu.
A primeira-dama de Tangará da Serra, Silvana Ló Masson, também agradeceu a presença das equipes do Governo do Estado no mutirão da cidadania, como a Setasc e a Politec.
“Obrigada, governador Mauro Mendes e primeira-dama Virginia Mendes, por nos conceder esse mutirão maravilhoso para nossa cidade. É muito importante isso, porque as pessoas precisam fazer documentos, e normalmente demora muito, e aqui as pessoas já estão saindo com seus documentos, e principalmente contra a violência doméstica, porque precisamos fortalecer nossas mulheres e encorajá-las a denunciar. Em briga de marido e mulher, a gente mete a colher, sim”, completou.
Violência contra mulheres
Em todas as edições do Mutirão da Cidadania são realizadas palestras sobre a violência contra a mulher com a assistente social da Setasc Fátima Vieira do Prado, falando sobre as formas de violência e como a mulher pode proceder para denunciar, além de enfatizar a força da mulher e a rede de proteção existente.

Cerca de 60 mulheres participaram da palestra em Tangará da Serra, no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Rio Preto. Além de assistirem a palestra, as mulheres também participaram de sorteio de brindes.
Durante a palestra, a secretária Grasi Bugalho também falou sobre o Programa SER Família Mulher, que está em fase de implantação em Mato Grosso.
“É um programa que irá oferecer um auxílio, pago pelo Governo do Estado, no valor de R$ 600, dando a oportunidade para que a vítima saia de perto do agressor. Além disso, serão oferecidas capacitações, com objetivo de que essas mulheres se qualifiquem e possam ter uma mudança positiva em suas vidas”, concluiu.
O Mutirão da Cidadania, somente em 2023, já percorreu 24 municípios: Acorizal, Araguainha, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Chapada dos Guimarães, Conquista D’Oeste, Distrito Coxipó do Ouro, Distrito Nossa Senhora da Guia, Dom Aquino, Jangada, Jauru, Jucimeira, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Ponte Branca, Rosário Oeste, Santo Afonso, Santo Antônio do Leverger, São José do Povo, São Pedro da Cipa, Sorriso, Tangará da Serras e Tapurah.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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