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No Fórum de Lisboa, Dauto Passare defende cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável

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O advogado mato-grossense Dauto Passare, um dos nomes cotados para disputar a vaga de desembargador pelo Quinto Constitucional da OAB-MT no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, participa nesta semana do Fórum Jurídico de Lisboa, um dos mais prestigiados encontros internacionais voltados ao debate sobre os rumos da Justiça e da governança pública.

Realizado na capital portuguesa, o evento reúne ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), governadores brasileiros — entre eles Mauro Mendes (MT) e Tarcísio de Freitas (SP) —, além de juristas, parlamentares, representantes de organizações internacionais e autoridades do meio jurídico e político de diversos países. A pauta deste ano inclui temas como segurança jurídica, fortalecimento democrático, cooperação entre os sistemas de Justiça e estratégias para o desenvolvimento sustentável.

Para Dauto Passare, o Fórum é uma vitrine estratégica para a construção de pontes institucionais entre Brasil e Portugal, além de uma oportunidade para defender a abertura de novas frentes de cooperação econômica e jurídica.

“É um momento de estreitamento de laços históricos e culturais, mas também de estímulo à atração de investimentos, especialmente voltados ao agronegócio sustentável e às cadeias produtivas que vêm se consolidando em Mato Grosso”, afirma.

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Durante os debates e encontros paralelos, Passare também tem destacado os avanços que Mato Grosso tem experimentado nos últimos anos em áreas-chave como infraestrutura, logística e sustentabilidade ambiental, posicionando o estado como um dos protagonistas nacionais no setor produtivo e na agenda verde.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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