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“O Governo de MT dá um passo gigante para a ressocialização”, afirma desembargador

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O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, afirmou que a entrega do Raio de Segurança Máxima na Penitenciária Central do Estado (PCE) é um “passo gigante” para que os reeducandos possam ser ressocializados e, com isso, reduzir a ocorrência de crimes.

Coordenador do Grupo de Fiscalização e Monitoramento do Sistema Prisional (GMF), Perri participou da entrega do raio, nesta quarta-feira (29.06). 

“Não é possível ressocializar tratando os presos pior do que animais. Esse é um gigante passo do Governo de Mato Grosso para a ressocialização. Estamos trabalhando junto ao Governo do Estado para ter essa ressocialização. Parabéns ao governador Mauro Mendes por todo o carinho, o cuidado e a atenção com o sistema prisional”, declarou.

O Raio de Segurança Máxima possui 54 celas, sendo 46 individuais e 8 duplas, totalizando 62 vagas, além de celas especiais para receber presos com curso superior. Também está equipada com sistema de vídeomonitoramento cuja central de controle das imagens e segurança funciona dentro da ala. 

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De acordo com Perri, a atual gestão tem feito fortes investimentos no sistema prisional, fato que tem colaborado para a melhoria dos índices da Segurança Pública em Mato Grosso.

“Tínhamos no início do Governo Mauro Mendes aproximadamente 13 mil presos e 6200 vagas. No governo anterior, o número de vagas havia decrescido, porque não se investia no sistema prisional. O governador Mauro Mendes está aberto e sensível a essa situação, porque bem sabe ele que não se pode combater a violência sem investir no sistema prisional. É aqui que começa o combate à violência”, pontuou.

A previsão é que até o final de 2022, haverá cerca de 12 mil vagas para pouco mais de 11 mil reeducandos, ou seja, uma vaga por preso, fato inédito no país.

Fonte: GOV MT

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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