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Obra do Hospital Central já está 80% concluída

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A obra do Hospital Central, em Cuiabá, está em ritmo acelerado. Com cerca de 80% da obra concluída, o hospital, que irá atender as demandas de alta complexidade, já recebeu investimentos na ordem de R$ 129 milhões. Ainda está previsto um investimento de R$ 33 milhões para a conclusão da unidade, que totalizará R$ 162 milhões em investimento estrutural.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, avalia positivamente o andamento da obra, ressaltando a importância do hospital para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“É gratificante poder informar à população que aquele hospital, que até o início da atual gestão estava abandonado há 34 anos, ganhou um novo projeto que já está 80% executado. O Hospital Central vai ser o maior e melhor hospital de alta complexidade de Mato Grosso, e vai atender quase todas as especialidades que hoje não conseguimos realizar no estado”, disse o gestor nesta sexta-feira (27.01), durante entrevista à Rádio Vila Real.

Até o momento, já foram realizados os serviços de recuperação e reforço estrutural do prédio existente, terraplanagem, rede de esgoto pública, demolições de alvenaria, reboco e cerâmica do prédio antigo, impermeabilização, fundação do prédio novo, execução da estrutura metálica, pintura intumescente, tanques de reservatórios, cobertura, esquadrias, drenagem de águas pluviais, instalações dos fancoletes e UTA do ar condicionado central, execução da estrutura de usina de gases medicinais, da central de água fria, radier do reservatório, da guarita, cabines elétricas e muro de divisa.

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Estão em andamento os serviços de infraestrutura do hidrossanitário, elétrica de baixa tensão e média tensão, cabeamento estruturado, rede de água fria e dutos de ar condicionado, pele de vidro, divisórias, bancadas, louças, pintura, asfalto, grupo de geradores, combate à incêndio, rede de gás medicinal, elevadores, casa de máquinas, revestimento de piso e parede, forro e iluminação.

A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria. Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central, estão cardiologia, neurologia, vascular, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia, ginecologia, infectologia e cirurgia geral.

Histórico 

A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. O objetivo era proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia e ortopedia, além de urgência e emergência de trauma. Contudo, foi paralisada três anos depois, em 1987.

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Em novembro de 2019, o Governo do Estado apresentou um novo projeto para a estrutura do Hospital Central e lançou o edital seguido dos trâmites licitatórios. A assinatura do contrato para o início das obras ocorreu em outubro de 2020 e, desde então, as equipes trabalham para a entrega da unidade de saúde à população mato-grossense.

Fonte: GOV MT

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Moradores de Barão de Melgaço denunciam abandono de obras e cobram ações da Prefeitura

População relata problemas de infraestrutura, obras paralisadas e falta de respostas do poder público. Moradores afirmam que a situação tem afetado o dia a dia da cidade e pedem providências urgentes

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Os moradores de Barão de Melgaço têm utilizado as redes sociais e grupos de mensagens para denunciar o que classificam como abandono de serviços públicos e falta de investimentos em áreas essenciais do município.

As reclamações envolvem principalmente a situação das ruas, problemas de infraestrutura e a paralisação de obras consideradas importantes para a população. Diante do cenário, cidadãos têm pedido mais atenção da administração municipal e cobrado respostas sobre os projetos que permanecem sem conclusão.

Entre as principais reclamações está uma obra relacionada à Estação de Tratamento de Água (ETA), que, segundo relatos de moradores, estaria abandonada após a interrupção dos trabalhos.

De acordo com as denúncias compartilhadas pela população, a empreiteira responsável pela execução teria deixado o local após supostos problemas envolvendo pagamentos. As informações, entretanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas partes envolvidas.

Imagens divulgadas por moradores mostram estruturas inacabadas e áreas sem a conclusão dos serviços previstos, o que tem gerado preocupação sobre o abastecimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Críticas são direcionadas à gestão municipal

Grande parte das manifestações populares direciona críticas à atual prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves. Os moradores afirmam que a administração precisa apresentar esclarecimentos sobre as obras paradas e um cronograma para retomada dos serviços.

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Nas redes sociais, internautas relatam dificuldades enfrentadas diariamente e cobram medidas que possam melhorar a infraestrutura urbana e garantir a continuidade dos projetos públicos.

Diante das denúncias, moradores defendem que a Prefeitura apresente informações detalhadas sobre a situação das obras e os motivos que teriam levado à paralisação dos trabalhos.

A população também pede maior transparência na aplicação dos recursos públicos e ações efetivas para resolver os problemas apontados. Até o momento, não houve manifestação pública oficial sobre as alegações citadas pelos moradores.

Enquanto aguardam respostas, os cidadãos seguem mobilizados e reforçam o pedido para que as demandas do município sejam tratadas com prioridade, diante dos impactos que a situação vem causando na rotina da comunidade.

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