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“Obras do Governo na MT-140 trazem um novo momento para a logística de Mato Grosso”, afirma prefeito

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A MT-140 será um dos principais corredores logísticos de Mato Grosso. A estrada permitirá uma ligação entre a Região Sul do Estado, a partir de Campo Verde, e os municípios que estão no eixo da BR-163, como Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, na Região Norte.

“Estamos falando de um momento de progresso. Somos um estado e uma região de muita produção, mas com pouca opção para escoamento. Essa obra do Governo traz um novo momento para a logística de Mato Grosso, principalmente para o nosso setor forte, que é a agricultura”, destacou o prefeito de Nova Mutum, Leandro Félix.

Na última semana, o prefeito participou de uma comitiva que percorreu o trecho entre Campo Verde e Nova Mutum, com obras bem avançadas.

Para o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, essa é uma obra estruturante que vai beneficiar toda o Estado. “O asfalto na MT-140 nos dá condições de buscar novas alternativas logísticas e de expansão da agropecuária, uma vez que esta é uma rodovia que liga as duas importantes BRs, que são a 070, aqui em Campo Verde, até a BR-163”, explicou.

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O asfaltamento da MT-140 é uma obra realizada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). A atual gestão trabalha para finalizar o asfalto, construção de pontes, obras complementares e sinalização em 382 km da estrada, que sai de Campo Verde, passa por Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Santa Rita do Trivelato e Boa Esperança do Norte, até chegar em Sorriso. O investimento é de R$ 439 milhões.

De acordo com o prefeito de Campo Verde, diversas empresas já utilizam a rota para melhorar a logística e relatam economia de até cinco horas de viagem entre os dois municípios. “Daqui para frente a tendência é aumentar cada vez mais o fluxo na rodovia”, afirmou.

O prefeito Leandro Félix acrescentou que o Estado tem realizado diversas obras para melhorar a logística e trazer benefícios para a população.

“Além de ligar a BR-163 até a BR-070, o que é mais uma opção para chegar até o Sul do Estado, temos a duplicação da BR-163 e o terminal ferroviário chegando na nossa região. Estamos vivendo esse momento diferente no Estado”, concluiu.

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O asfalto da MT-140 é aguardado há muitos anos pelos moradores da região. Em vistoria às obras no ano passado, o prefeito de Santa Rita do Trivelato, Egon Hoepers, declarou. “Isso aqui é um sonho de 43 anos, desde que eu cheguei aqui. Essa estrada vai proporcionar o avanço de Santa Rita do Trivelato, de Planalto da Serra e Nova Brasilândia”, afirmou.

Junto de outras rodovias como as MTs-130 e 010, a MT-140 faz parte do planejamento estratégico do Estado para criar novos corredores logísticos entre as regiões Norte e Sul de Mato Grosso. A esses investimentos se juntam a duplicação da BR-163, realizada pela Nova Rota do Oeste e a chegada da primeira ferrovia estadual, ligando Rondonópolis até Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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