MATO GROSSO
Operação cumpre 10 mandados de buscas contra alvos de investigação de estelionato
MATO GROSSO
Dez mandados de busca e apreensão com alvo em suspeitos da prática de crimes de estelionato são cumpridos, na manhã desta quarta-feira (10), na Operação ‘Novo Número’, deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina, com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá. As ordens judiciais são cumpridas em Cuiabá contra investigados que respondem pelos crimes de estelionato e associação criminosa.
A operação foi deflagrada com base em investigações da Delegacia de Defraudações (DEIC) de Santa Catariana, que tiveram como foco a apuração de golpe do falso perfil de whatsapp, em que o suspeito se passou por filho da vítima para solicitar a transferência de valores.
Durante as investigações, foi identificado o grupo criminoso envolvido nos golpes, apurando que os investigados entravam em contato com as vítimas, residentes em diversos estados da Federação e se passando por familiares dessas solicitavam transferências de valores.
A primeira fase da operação dá cumprimento a mandados de busca e apreensão com foco na apreensão de elementos que permitam identificar os responsáveis pelo contato com as vítimas, sendo priorizada a chamada primeira camada, que seriam os responsáveis pelas aberturas das contas bancárias para onde eram recebidos os valores transferidos pelas vítimas.
Participaram da Operação Policial 40 policiais civis do Mato Grosso e seis policiais civis de Santa Catarina.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0