MATO GROSSO
Operação da PRF resulta na apreensão de grande quantidade de drogas em carreta na BR-070 em Cuiabá
MATO GROSSO
Nesta segunda-feira (01), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estava em patrulhamento na BR-070, nas proximidades do trevo de Santo Antônio, em Cuiabá, quando visualizaram uma carreta e decidiram fazer uma abordagem. O condutor não estava na carreta, pois estava em uma lanchonete próxima. A polícia solicitou a nota fiscal, que indicava um frete de pallet do Rio Branco, no Acre, até Cuiabá. Suspeitando da carga devido ao valor do frete, os policiais decidiram realizar uma revista minuciosa.
Ao verificar a cabine da carreta, encontraram um compartimento secreto no painel, onde havia entorpecentes. Também foram encontradas drogas com um passageiro. O caminhoneiro indicou a presença de mais drogas nos dois steps da carreta. Ao todo, foram apreendidos 153 kg de maconha, skank, pasta base de cocaína, cloridrato de cocaína e haxixe em gel.
O condutor informou às autoridades que já possui passagem criminal, mas que o caso foi resolvido. A equipe da PRF registrou a ocorrência e encaminhou para o CISC do Verdão, em Cuiabá, entregando agora para as autoridades policiais. A carreta tem placa de Curitiba.
A apreensão de drogas em carretas é uma realidade preocupante em diversas regiões do Brasil, e Mato Grosso não é exceção. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do estado, o número de apreensões de drogas tem aumentado nos últimos anos, refletindo a intensificação do tráfico de entorpecentes pelas rodovias que cortam o estado. Em 2023, foram apreendidas mais de 3 toneladas de drogas em operações da PRF em Mato Grosso, um aumento significativo em relação ao ano anterior.
A apreensão dessas drogas representa um golpe significativo no tráfico de entorpecentes, evitando que toneladas de drogas cheguem às ruas e causem danos à saúde e à segurança da população. Além disso, a ação da PRF demonstra a eficiência das forças de segurança na identificação e combate ao tráfico de drogas, contribuindo para a redução da criminalidade no estado.
A apreensão dessa grande quantidade de drogas em uma carreta na BR-070 em Cuiabá teve repercussão imediata na imprensa local e nas redes sociais, com muitos elogiando a ação da PRF e destacando a importância do trabalho das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas.

As autoridades policiais agora irão investigar a origem e o destino das drogas apreendidas, bem como identificar os responsáveis pelo transporte. A ação da PRF reforça a necessidade de intensificar a fiscalização nas rodovias para coibir o tráfico de drogas e garantir a segurança da população.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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