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Operação Lei Seca prende oito motoristas por embriaguez e um com mandado de prisão em aberto

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Oito condutores foram presos por embriaguez e um com mandado de prisão preventiva em aberto na madrugada desta sexta-feira (10.05), durante Operação Lei Seca realizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça(do CPA), no bairro Aclimação.

As abordagens e fiscalizações de veículos aconteceram simultaneamente nos dois sentidos da avenida. A ação teve início às 23h45 e se estendeu até por volta das 3h, encerrando com um total de 145 condutores abordados e 64 veículos removidos.

De acordo com o relatório final, 27 motoristas conduziam seus veículos sob efeito de álcool ou substâncias psicoativas. Desse, oito acabaram presos e autuados criminalmente na delegacia porque apresentarem teor de álcool no sangue acima de 0,33 mg/l ou estarem com sinais de embriaguez como sonolência, olhos vermelhos, soluços, hálito com odor de bebida alcoólica, desordens na vestimenta, entre outros.

Todos receberam notificação e a multa no valor de R$ 2.934,70 e tiveram seus veículos retidos ou removidos das ruas. A operação também identificou 14 condutores que dirigiam sem estarem devidamente habilitados, ou seja, não tinham a CNH.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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