MATO GROSSO
Operação Lei Seca resulta na prisão de 11 condutores por embriaguez ao volante na MT-251
MATO GROSSO
Onze motoristas foram presos em flagrante por embriaguez ao volante durante as 75ª e 76ª edições da Operação Lei Seca, realizadas nas madrugadas de domingo e desta segunda-feira (30 e 31 de julho). As ações ocorreram no posto do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar, na rodovia MT-251, em Cuiabá.
Ao todo, nas duas operações foram confeccionados 121 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Entre as maiores autuações, 24 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, 16 por recusa de teste de alcoolemia, quatro por condução de veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 54 por condução de veículo sem licenciamento e/ou registro, e outras 23 infrações diversas.
Nas operações, 439 condutores realizaram testes de alcoolemia e 421 veículos foram vistoriados, sendo 101 autuados por irregularidades. Também foram registradas as remoções de 75 veículos, sendo uma motocicleta entre o número.
A pena para quem for pego dirigindo alcoolizado é de detenção pelo período de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, ressalta o teor preventivo das operações, que estão sendo realizadas visando a segurança do trânsito do público que retorna do 36º Festival de Inverno, em Chapada dos Guimarães.
“O fluxo nessa rodovia cresce exponencialmente nos fins de semana, sobretudo neste período de realização do Festival de Inverno em Chapada dos Guimarães. Com isso, a operação é realizada sempre de forma a fiscalizar e prevenir os riscos dessa combinação perigosa de álcool e direção. Também realizamos comboios na rodovia, visando também coibir os excessos de velocidade e ultrapassagens em locais proibidos, objetivando minimizar e prevenir acidentes”, explica o comandante.
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública, equipes da Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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