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CIRURGIA DE LAPAROTOMIA

Papa recupera-se bem de cirurgia, diz Vaticano

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O serviço de imprensa do Vaticano informou, nesta sexta-feira (9), que o papa Francisco continua se recuperando bem, dois dias após passar por uma cirurgia de laparotomia da parede abdominal com colocação de próteses.

Em nota, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, diz que o quadro clínico do pontífice melhora progressivamente e que o pós-operatório ocorre de forma regular. Segundo o texto, hoje, depois do café da manhã, o papa começou a se movimentar e passou parte da manhã na poltrona, o que lhe permitiu a leitura dos jornais e a retomada inicial do trabalho.

Na quinta-feira (8) Francisco passou o dia descansando e alimentado-se com dieta líquida. “Os parâmetros hemodinâmicos e respiratórios estão estáveis. O pós-operatório é regular”, informou a equipe médica em comunicado divulgado na noite passada.

Na quarta-feira (7), Francisco passou por uma operação de três horas no Hospital Universitário Agostino Gemelli, em Roma, retirar uma hérnia. De acordo com os médicos, a cirurgia foi bem-sucedida o suficiente para que o papa não tivesse limitações em suas viagens e outras atividades após a recuperação.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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