MATO GROSSO
Parceria entre Governo de MT e Amaggi levará empreendedorismo e inovação aos agricultores familiares
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes destacou que esse projeto vai possibilitar que as 140 famílias participantes tenham melhores condições de produzir e garantir o desenvolvimento da agricultura familiar na região. Segundo Mendes, a parceria trará caminhos eficientes para que essas famílias tenham resultados econômicos e na produção dos alimentos.
“Temos que ajudar a instigar o empreendedorismo no setor, que é fundamental para essa cadeia produtiva construir uma economia familiar mais próspera, com ganhos para eles e para toda a sociedade, e assim, também manter a juventude no campo. A única forma de reter os jovens é levando qualidade e resultado”, frisou o governador.
A cooperação será realizada no projeto “Agricultura familiar: fortalecimento dos agricultores do futuro do Vale do Rio Cuiabá e entorno”, realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), e que conta também com a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O objetivo do projeto é identificar ações para fortalecer a agricultura familiar na região do Vale do Rio Cuiabá e, como consequência, criar caminhos para a permanência da juventude no campo. Além disso, o Estado também pretende incluir mais trabalhadores rurais na formalidade, criar empregos e desenvolvimento local.
Segundo o presidente da Empaer, Renaldo Loffi, esse é um projeto em parceria com instituições públicas e privadas que trará impactos positivos para a agricultura familiar do Vale do Rio Cuiabá, que conta com 14 municípios. “A iniciativa trará uma visão de empreendedorismo aos produtores, para que as propriedades se tornem sustentáveis e para trazer o jovem para a agricultura familiar”, pontuou.
A diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi e executiva da Falm, Juliana Lopes, comentou a vontade da empresa em atuar para o desenvolvimento dos agricultores familiares, para contribuir com o crescimento, seja da produção, da questão socioeconômica ou dos jovens que ainda estão por vir na atividade. “A agricultura, seja ela em larga escala ou familiar, é um dos valores da Amaggi. O Estado está fazendo um grande avanço nessa área para que a população possa consumir os produtos locais”, disse.
Lucíola Magalhães, chefe adjunta do Centro de Pesquisa da Embrapa Territorial, pontuou que esse projeto trabalha inovação, com adoção de tecnologia, e transformação de vida. A Embrapa desenvolverá uma plataforma digital aberta com capacidade de congregar e organizar os dados dos 14 municípios-alvo. “Queremos reforçar que é uma satisfação colaborar com esse plano de inclusão dos produtores e desenvolvimento territorial da Baixada Cuiabana”, disse.
Presente no evento, a senadora Margareth Buzzetti lembrou da importância de parcerias entre a iniciativa privada e o setor público para o desenvolvimento do Estado. “Parabéns por esse ato, é assim que a gente vai avançando e dando um novo formato para a agricultura familiar”, reforçou.
O deputado estadual Dr. João lembrou que a região do Vale do Rio Cuiabá importa os produtos da agricultura familiar de outros estados e disse que é gratificante ver um projeto que olhe para essas famílias. “Fico muito feliz em ver aqui hoje o público e o privado juntos nesse projeto. Espero que ele se estenda para outras regiões de Mato Grosso”, ponderou
O projeto tem como um dos produtos um diagnóstico com 140 famílias que trabalham com agricultura familiar nos municípios da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e entorno, preferencialmente, organizadas em alguma associação ou cooperativa. O levantamento resultará no conhecimento daquilo que precisa ser feito para desenvolver a produção agropecuária na Baixada Cuiabana.
Os municípios que compõem a região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e o entorno são: Nobres, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães, Acorizal, Jangada, Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Barão de Melgaço, Santo Antônio do Leverger e Campo Verde.
Também estiveram presentes no evento o deputado federal Abílio Brunini; o deputado estadual Wilson Santos; os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), coronel PM César Augusto Roveri (Segurança Pública); o consultor da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão, Luiz Antônio Pagot; e outros representantes dos órgãos e empresa que firmaram a parceria.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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