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PM prende mulher com 63 pedras de pasta base de cocaína em Rondonópolis

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Uma mulher de 30 anos foi presa em flagrante pela Polícia Militar por tráfico de drogas, na tarde desta quarta-feira (12.06), na região central de Rondonópolis. Com a suspeita, foram apreendidas 63 pedras de pasta base de cocaína.

Durante patrulhamento no centro da cidade, em uma área conhecida pela movimentação de usuários de drogas, a equipe do 5º Batalhão de PM se deparou com uma mulher sentada em uma calçada e flagrou o momento em que ela jogou um material de modo suspeito.

Os policiais se aproximaram para abordagem da suspeita e não encontraram nada de ilícito com ela. Já em vistoria nas proximidades, os militares encontraram uma meia enrolada, contendo todas as porções de pasta base apreendidas na ocorrência.

Ao ser perguntada pelos policiais sobre a droga, a suspeita confessou que havia acabado de receber os entorpecentes de uma outra pessoa e que ela seria a responsável por realizar o tráfico de drogas na região.

Diante da situação, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada para a delegacia da cidade para registro da ocorrência. No local, foi identificado que a suspeita possui diversas passagens policiais pelo crime de tráfico de drogas.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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