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PM recupera 25 armas furtadas de comércio e prende três pessoas em Sorriso

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Policiais militares do 12º Batalhão localizaram 25 armas de fogo e prenderam dois homens, de 20 e 40 anos, e apreenderam uma adolescente, de 17 anos, na tarde desta quinta-feira (29.12), em Sorriso. O armamento recuperado foi furtado de uma casa de pesca.

Ao ser informada sobre o crime, a equipe do 12º BPM iniciou diligências em busca dos suspeitos envolvidos no furto ao estabelecimento comercial, ocorrido na manhã da quarta-feira (28). No mesmo dia, no período da noite, dois homens foram detidos e três armas de fogo recuperadas.

Na continuidade das diligências, já na tarde de quinta-feira (29), os policiais militares conseguiram novas imagens do sistema de câmeras da cidade e identificaram um homem saindo do estabelecimento com uma bolsa camuflada. De acordo com as imagens, o suspeito teria escondido o material em uma construção, no bairro Jardim Bela Vista.

Imediatamente, a PM se deslocou até o endereço informado e realizou buscas no local, encontrando a referida bolsa camuflada em meio a sacos de cimento. Em vistoria, foi constatado se tratar de uma grande quantidade de armas de fogo, sendo 17 pistolas, 33 carregadores e uma luneta.

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No local, nenhum suspeito foi localizado. Porém, populares que acompanharam a ação policial, informaram o nome e o endereço da residência, onde reside o suspeito, que trabalha na obra. Os policiais militares foram ao endereço informado, no bairro Novos Campos, e encontraram dois homens e uma adolescente. 

Os suspeitos foram questionados acerca do material encontrado na obra e afirmaram saber que se tratavam das armas de fogo, confessando participação no furto ao estabelecimento comercial. As equipes fizeram buscas também na residência, onde encontraram outros sete revólveres e uma pistola, com carregador.

Diante dos fatos, os três suspeitos foram conduzidos para a Delegacia de Sorriso, junto com todo o armamento localizado, para registro do boletim de ocorrência e demais providências. Os proprietários do estabelecimento também estavam presentes e recuperaram todo o material que havia sido furtado.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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