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Polícia Civil alerta que comunicação sobre desaparecimento de pessoas deve ser feita imediatamente

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Nesta semana, a Polícia Civil de Mato Grosso registrou, apenas em Cuiabá, o desaparecimento de sete crianças e adolescentes, todas já localizadas. Contudo, a comunicação desses desaparecimentos só foi feita à polícia horas após o fato. Em alguns casos, o registro de desaparecimento foi feito somente 24 horas depois.

A equipe do Núcleo de Pessoas Desaparecidas (NPD), da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, esclarece que o desaparecimento deve ser comunicado imediatamente, tão logo familiares notem a ausência da pessoa. E quando se tratar de crianças e adolescentes, quanto mais tempo leva a comunicação, maior é o risco e vulnerabilidade a que a vítima fica exposta.

“O boletim de ocorrência deve ser registrado o mais rápido possível, em qualquer caso, independente da idade. Entretanto, os casos de crianças e adolescentes desaparecidos devem ter prioridade”, alerta a equipe do NPD.

Pais ou responsáveis devem procurar a Delegacia de Polícia Civil mais próxima, a Central de Ocorrências em Cuiabá ou acessar o site da delegacia virtual (http://www.delegaciavirtual.mt.gov.br).

Das 184 ocorrências registradas neste ano pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, sobre crianças e adolescentes desaparecidos na região de Cuiabá, 171 delas foram localizadas e outras 13 são procuradas.

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“Quanto mais rápido tomamos as medidas de buscas, com diligências em campo, mais rápido teremos respostas”, destaca a escrivã do NPD, Jannaina Paula.

No total, o NPD registrou, entre janeiro e outubro deste ano, 632 ocorrências de pessoas desaparecidas, de crianças a idosos, de todos os sexos, sendo que 87% delas foram localizadas.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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