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Polícia Civil cumpre prisão de suspeito de invadir casa e estuprar jovem que morava com avós em Vila Rica

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Dois foragidos da Justiça tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil de Mato Grosso, em ações desencadeadas pelos policiais da Delegacia de Vila Rica (1.259 km a nordeste de Cuiabá).

O primeiro suspeito estava com a ordem de prisão decretada pela Justiça por envolvimento em um crime bárbaro ocorrido há dois anos, em Vila Rica. O fato ocorreu no dia 27 de abril de 2020, quando o maníaco invadiu a residência de um casal de idosos, rendendo as vítimas que foram ameaçadas com uma arma de fogo.

Na ocasião, o suspeito também passou horas abusando sexualmente da neta do casal, que morava com os avós. Após os fatos, ele fugiu em uma motocicleta. O suspeito também praticou diversos crimes contra a dignidade sexual na cidade Castanhal, no estado do Pará, e no Distrito Federal. Na época, ele foi indiciado pelos crimes de invasão de domicílio, cárcere privado, e estupro.

Com base nas investigações da Delegacia de Vila Rica, foi representada pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça, porém, desde então, o suspeito era considerado foragido. Em uma ação conjunta dos policiais civis de Vila Rica e da Polícia do Distrito Federal, o suspeito foi localizado na cidade de Brasília, onde teve o mandado de prisão cumprido, após dois anos foragido.

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Foragido de Goiás

Em outra ação da Delegacia de Vila Rica, os policiais deram cumprimento ao mandado de prisão contra um foragido do estado de Goiás. O suspeito estava com o mandado de prisão em aberto pelos crimes de roubo, latrocínio e associação criminosa.

Após trocas de informações com a Polícia de Goiás, os policiais de Vila Rica conseguiram localizar o suspeito no município, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão.

Os cumprimentos dos mandados de prisão ocorreram na terça-feira (12.04).

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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