Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Polícia Civil forma 45 novos delegados que irão atuar no interior de Mato Grosso

Publicados

MATO GROSSO


O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Polícia Civil, formou nesta quarta-feira (30.03), 45 delegados da 17ª Turma do Curso de Formação Técnico-Profissional da Academia de Polícia. Os novos profissionais da Polícia Civil serão lotados em delegacias de 13 regionais e vão reforçar o trabalho da instituição no interior de Mato Grosso.

O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval, destacou à nova turma o momento de transformações tecnológicas e de infraestrutura pela qual passa a instituição, que vêm sendo conquistadas graças às parcerias e ao apoio do Governo.

“Tecnologicamente, a Polícia Civil conquistou diversos avanços, a exemplo do inquérito eletrônico, que suprimiu o papel na nossa instituição e outros projetos que estão sendo entregues e nos distinguem positivamente no País. Elaboramos uma política de investimentos que resultaram em evolução e nos colocaram na vanguarda em resultados e novidades”, apontou o gestor.

O secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, destacou a importância da conclusão do curso e reforçou o trabalho fundamental que os formandos exercerão daqui para frente. “Ser policial é uma vocação, vocês, agora, são delegados de polícia e fazem parte da família Segurança Pública, uma importante e nova missão”. 

Para Mário Dermeval, a instituição evoluiu nos últimos três de gestão, com ganhos em infraestrutura e na modernização das estruturas físicas e também com novas ferramentas à disposição dos profissionais, conjunto de melhorias que dá mais celeridade e efetividade à atuação policial.

Leia Também:  Galeria de Artes Lava Pés recebe nova exposição nesta terça-feira (05)

“Os investimentos também alcançam a área da inteligência, com perspectiva de inovação, entre elas, a utilização de algoritmos. E neste ano estamos aplicando R$ 90 milhões em recursos vindos de diversas frentes, como emendas parlamentares, convênios e do Governo do Estado. Apenas o inquérito eletrônico tem previstos R$ 13 milhões, que foram agregadas a ele ferramentas de inteligência artificial para ampliar o escopo de investigação e de modernização da Polícia Civil. E é neste cenário de muito investimento e preparação tecnológica que nossos novos profissionais estão inseridos”, finalizou o delegado-geral.

Atendimento ao cidadão

Os novos delegados vieram de diversos estados brasileiros para ingressar na segurança pública mato-grossense e esta é a última das etapas entre o período de concurso, posse e formação, depois de um ciclo de estudos. Thiago Marques Berger, orador da turma, traz na bagagem profissional a experiência de dois anos como delegado no Estado de São Paulo e transmitiu em seu discurso todo o sentimento compartilhado entre os formandos. 

“Essa turma é sinônimo de perseverança, temos pessoas literalmente das cinco regiões do país, de 15 estados, são pessoas diferentes, com histórias diferentes, culturas diferentes, mas uma coisa em comum, algo que não se compra e que se adquire, que é a vontade avassaladora de defender a sociedade, os cidadãos”, pontuou o orador.

Leia Também:  Décima terceira edição da CASACOR Mato Grosso será lançada na próxima terça-feira

Lícia Juliane de Paiva é natural de Brasília e assume o novo cargo em Mato Grosso com a experiência de já ter passado pela mesma função no Estado do Maranhão. “É um sonho de uma vida para mim e os colegas, que batalhamos muito para este momento. Esperamos contribuir de forma bem positiva com a segurança e servir à população”, disse uma das novas delegadas de Mato Grosso.

Durante cinco meses, os 45 delegados tiveram instruções práticas e teóricas enfocando a atuação profissional e o dia a dia de uma unidade operacional. A formação é coordenada pela Academia de Polícia Civil e incluiu formação em legislação geral, aplicada e treinamento de tiro, conhecimento sobre armas e ainda uma aula de campo na fronteira mato-grossense.

Diretora da Acadepol, a delegada Eliane Moraes, pontuou que “ser delegado é mais que uma profissão é uma missão de vida, sintam-se verdadeiramente orgulhosos de entrarem para essa digna carreira, vocês são muito importantes para a sociedade”.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Maysa critica briga entre oposição e base: “Derruba a Casa”

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Desenvolve MT apresenta linhas de crédito a empreendedoras durante encontro em Primavera do Leste

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA