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Polícia Civil recupera cerca de 90 toneladas de milho provenientes de estelionato

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Duas cargas de milho, totalizando cerca de 90 toneladas, provenientes de estelionato, foram apreendidas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

Os carregamentos do cereal avaliados em aproximadamente R$ 100 mil, foram recuperados pelos policiais civis da Derf de Barra do Garças, na quinta-feira (30.03). Conforme investigação, os grãos desviados teriam como destino o Estado de São Paulo (SP).

Após denúncia sobre o caso, a equipe passou a diligenciar e identificou que o estelionato foi praticado após pessoas serem induzidas a erro, para obter vantagem de forma ilícita, mas precisamente os responsáveis da carga, no caso uma transportadora de Mato Grosso.

Os suspeitos cometeram o golpe na transportadora, criando notas fiscais aparentemente falsas, além de terem vendido as cargas de milho para uma empresa sediada na cidade de Piranhas, em Goiás (GO).

Diante dos indícios, os policiais civis foram até o município de Piranhas, onde ouviram os donos da empresa que compraram os grãos. As investigações seguem para esclarecer se os empresários agiram ou não de forma articulada com os golpistas.

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Conforme o delegado que conduz o inquérito policial, Joaquim Leitão Júnior, as apurações continuam visando identificar os autores do estelionato, bem como outros possíveis envolvidos no crime.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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