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Polícia frustra duas tentativas de ocupação na mesma área em Rondonópolis

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Policiais do 5º Batalhão e da  14ª Companhia de Força Tática, unidades do 4° Comando da Polícia Militar, impediram, com ações em sequência, duas tentativas de ocupação da mesma fazenda na região conhecida como “Sete Placas”, no município de Rondonópolis (212 km de Cuiabá).

A primeira ação policial foi na noite de sábado (29.07), seguida de outra na manhã deste domingo (30).

Sabado à noite, informações que chegaram à PM indicaram a presença de homens tentado ocupar as terras de uma fazenda da região. Os militares estiveram no local e, confirmando a ocorrência, encaminharam dois homens à delegacia da Polícia Civil, no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) de Rondonópolis.

Hoje pela manhã, às 8h, a PM voltou a ser acionada para uma ocorrência no mesmo local. À exemplo da situação anterior, duas pessoas acabaram sendo levadas à delegacia para checagem de documentos que alegavam ser sobre a propriedade das terras e outras providências.

Tolerância zero

As forças policiais, civil e militar, atuam em conjunto em todo Mato Grosso com atividades de inteligência, rondas ostensivas, investigações e monitoramento com o objetivo de prevenir e reprimir as invasões. A determinação do governador Mauro Mendes é de tolerância zero às ocupações ilegais de terras no Estado.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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