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Polícia: homem matou caminhoneiro após “fechar” vítima na BR-364

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A Polícia Civil apurou que o caminhoneiro que assassinou na quarta-feira (17) o colega de trabalho Edivaldo Francisco Júnior, 38, na Serra de São Vicente, em Santo Antônio do Leverger, teria iniciado a briga de trânsito após “fechar” a vítima.

De acordo com a perícia realizada no local e depoimentos dos envolvidos, o autor do crime colidiu e danificou a lateral do veículo de Edivaldo durante uma “fechada” na rodovia.

Após isso, a vítima tentou ultrapassar o caminhoneiro e colidiu em um dos eixos da carreta. Ele ainda bateu em outros caminhões e por fim na grade de proteção da estrada.

O criminoso, então, desceu do veículo e o esfaqueou nove vezes, atingindo-o no coração e estômago.

Ele fugiu, mas foi localizado e preso às 23h de quarta, ainda em Santo Antônio do Leverger.

Flagrante

Na manhã desta quinta-feira (18) ele foi interrogado pelo delegado Henrique Espíndola e autuado em flagrante. 

As roupas que usava no momento do crime estavam com marcas de sangue, e foram apreendidas para serem avaliadas pela perícia.

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O caso é investigado

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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