MATO GROSSO
Polícia Militar apreende espingardas e revólver e prende homem por posse ilegal de arma
MATO GROSSO
Um homem de 23 anos foi preso pela Polícia Militar por posse ilegal de arma, na noite desta terça-feira (12.03), em Poconé. Com o suspeito, a PM apreendeu duas espingardas, um revólver, 107 munições e rádios comunicadores.
De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes da 6ª Cia de PM e da Força Tática do 2º Comando Regional se deslocaram ao Distrito de Chumbo após receberem denúncias de um homem que estava comercializando armas de fogo no local. Segundo as informações, o suspeito utilizava um veículo Prisma branco para transportar as armas.
No endereço, os policiais encontraram o veículo na frente de uma casa e foram recebidos por uma mulher, que se apresentou como esposa do suspeito. Ao ser questionada sobre a denúncia, disse que estava estranhando o comportamento do marido e autorizou os militares a realizarem buscas pelo imóvel.
Dentro da residência, os policiais encontraram duas espingardas escondidas no guarda-roupas e o revólver escondido na cabeceira da cama do casal. Ainda no quarto, todas as munições do armamento também foram localizadas e também dois rádios comunicadores e 38 gramas de ouro.
No momento das buscas, o suspeito se aproximou da casa e foi detido pela PM. Ao ser perguntado sobre o comércio das armas, o homem disse que uma das armas pertencia a um segundo suspeito, identificado posteriormente e que estava preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).
Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para a Delegacia de Poconé para registro da ocorrência e demais providências.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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