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Polícia Militar impede ocupação ilegal de área pública em Várzea Grande

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Policiais militares do 2º Comando Regional frustraram uma tentativa de invasão a uma propriedade pública, na manhã desta sexta-feira (17.07), em Várzea Grande. O caso ocorreu na área de propriedade da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), no bairro Ponte Nova.

A guarnição recebeu a informação de que um casal morador vizinho da área pública estava fazendo uma cerca para ocupar o local. Os policiais foram até o local e confirmaram a construção da cerca dentro da área da empresa.

A equipe entrou em contato com a mulher que cercou a área, e ela confirmou a ocupação, justificando que tinha a intenção de criar um cachorro naquele espaço.

A cerca foi desmontada e os materiais, madeiras, pregos e outros, entregues ao casal. A posse da área foi devolvida à empresa pública para a adoção de medidas próprias de preservação da propriedade.

Um representante da Empaer acompanhou a guarnição até a unidade da Polícia Judiciária Civil para registro do Boletim de Ocorrência(BO) relativo à ação policial.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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