MATO GROSSO
Polícia Militar prende homem em flagrante por violência doméstica em Cuiabá
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Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem de 46 anos por violência doméstica e ameaça, no final da noite desta quarta-feira (31.05), em Cuiabá. O suspeito foi preso após vizinhos flagrarem as agressões e denunciarem o crime.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 1º BPM foi acionada para atender uma ocorrência de lesão corporal, no bairro Areão. No local, os policiais militares encontraram a vítima, de 52 anos, com ferimentos pelo corpo em frente a sua residência.
Em depoimento, a mulher afirmou que estava com seu esposo em um bar e, quando retornavam para a residência, entraram em contradições sobre irem para outro local. Ainda de acordo com a vítima, o suspeito ficou bastante exaltado ao ser contrariado e passou a agredi-la com socos pelo corpo, além de ter a jogado no chão.
O homem ainda teria quebrado um espelho e ameaçado a mulher de morte, momento em que vizinhos viram a briga e acionaram a Polícia Militar.
O suspeito foi encontrado no local da agressão e recebeu voz de prisão em flagrante pela equipe do 1º BPM, sendo encaminhado para o Plantão 24h da Delegacia da Mulher para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0