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Polícia Penal apreende 33 celulares durante revista na penitenciária Mata Grande

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Policiais penais apeenderam 33 smartphones na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande, em Rondonópolis (315 km de Cuiabá), durante operação Corpus Christi, realizada nesta segunda-feira (13.06).

A operação faz parte das medidas adotadas pelo Sistema Penitenciário para impedir a entrada e a permanência de celulares e outros ilícitos nas unidades do Estado. A meta é acabar com os casos de crimes praticados por reeducandos a partir da penitenciária via redes sociais e telefonemas. 

O diretor da Mata Grande, Ailton Ferreira, destacou que, mesmo com todos os procedimentos de prevenção realizados, ainda são feitas grandes apreensões nos raios da unidade, assim como ocorreu nesta segunda.

“As organizações criminosas utilizam de diferentes métodos e meios para entregar itens proibidos aos reeducandos, como: transporte via drones, lançamentos de pacotes sob as muralhas e até o envolvimento de recuperandos que realizam trabalhos extramuros”.

Ailton lembra que diariamente, os policiais realizam revistas minuciosas em busca de celulares e drogas escondidos em compartimentos secretos nas celas. “Além disso, fazemos vistoria utilizando cães farejadores, aparelhos de scanner corporal, além de manter um rígido controle de entrada e saída de público e servidores”.

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Conforme o balanço, também foram apreendidos quatro carregadores, quatro fones de ouvido, cinco chips, quatro porções de substância semelhante à maconha, 15 de pasta base de cocaína e uma de haxixe.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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