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Polícia procura “princesinhas” acusadas de furtar turistas em Nobres

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A Polícia Civil de Nobres (121 km de Cuiabá) está atrás das “princesinhas do crime”, Poliana Santos Pereira e Islayne Raysa Santos, acusadas de participar de uma quadrilha que furta itens pessoais de turistas, em Mato Grosso.

O prejuízo das vítimas chega a R$ 100 mil. A polícia afirma que ambas são irmãs, e que Poliana, com o lucro dos crimes, chegou a colocar silicone nos seios e postou foto em sua rede social.

A Polícia Civil e o Centro de Apoio Operacional do Conhecimento e Segurança da Informação (CSI), do Ministério Público de Mato Grosso, deflagraram na manhã desta terça-feira (14.11), a Operação Turismo Seguro, para cumprimento de sete ordens judiciais contra a associação criminosa.

Os mandados, sendo três de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão domiciliar, foram decretados pela Justiça com base em investigações de inquérito policial instaurado na Delegacia de Nobres, sob a presidência do delegado Rogério Gomes Rocha para apurar crimes de furto qualificado, receptação e associação criminosa.

As ordens judiciais foram cumpridas nos bairros Pedregal e Jardim Leblon, em Cuiabá e na Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas em Várzea Grande, onde um dos alvos está preso por envolvimento em outros crimes.

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Um dos crimes ocorreu no dia 03 de setembro, no distrito de Bom Jardim, em Nobres, quanto os investigados aproveitaram que as vítimas realizavam passeio turístico, para arrombar os veículos que estavam no estacionamento, furtando diversos pertences como joias, aparelhos celulares, documentos, equipamentos eletrônicos, dentre outros objetos pessoais de valor.

As investigações identificaram alguns suspeitos que estavam em um Toyota Corolla de cor preta, que foram vistos nas proximidades dos veículos. Os suspeitos identificados possuem diversas passagens anteriores por crimes patrimoniais, como roubos, furtos e receptação.

 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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