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Prefeito desiste de recurso que visava derrubar intervenção na Saúde de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá desistiu do recurso que visava derrubar a decisão do desembargador Orlando Perri, a qual decretou intervenção estadual na Saúde da Capital. A desistência foi formalizada nesta terça-feira (3) por meio de uma petição no âmbito do recurso de suspensão que havia sido protocolado no domingo (1º).

O pedido de suspensão de liminar estava nas mãos da ministra Maria Thereza de Assis de Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele estava concluso para julgamento, mas não chegou a ser apreciado.

Surpreendentemente, o município protocolou no final da manhã de hoje (3) uma petição de desistência em face do recurso inicial. 

A intervenção estadual na Saúde de Cuiabá foi decretada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso no dia 28. Perri atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual (MPE), o qual foi reforçado por um grupo de deputados estaduais e vereadores da Capital.

Desde então o setor vem sendo comandado pelo procurador estadual Hugo Felipe Lima, que foi nomeador pelo governador Mauro Mendes (União) como interventor. Ele, inclusive, desde o dia 29 já vem promovendo mudanças, principalmente em cargos estratégicos. Além disso, as empresas prestadoras de serviço e fornecedores também precisarão se cadastrar junto ao Gabine te de Intervenção para poder ter os contratos validados e pagos. 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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