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Prefeito Emanuel Pinheiro garante RGA para todos os servidores em maio e avança em debate por mais garantias

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O prefeito Emanuel Pinheiro garantiu nesta sexta-feira (19) em reunião com servidores do município de Cuiabá o pagamento de Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores da Prefeitura de Cuiabá durante reunião com representantes do Fórum Sindical do município no Salão Nobre do Palácio Alencastro, referente ao período de maio de 2023 a abril 2024 (recomposição da perda salarial).

Durante o encontro, o prefeito também garantiu esforços para avançar no sentido de realizar o pagamento da RGA dos anos 2020 e 2021, cujo pagamento foi desobrigado pela União após a promulgação da Lei Complementar Nº 173, de 27 de Maio de 2020. Uma nova reunião foi marcada para a próxima quarta-feira (24), momento em que será discutida a concessão da RGA de anos anteriores.

“O maior patrimônio da Prefeitura de Cuiabá é o servidor público, são os servidores que me ajudam no serviço público lá na ponta com humanização e respeito”, afirmou o prefeito Emanuel Pinheiro. “Ao longo dos meus dois mandatos nós abraçamos todas as categorias, e estivemos sempre buscando atender a todos, são poucos os prefeitos que podem falar com orgulho que ficaram sete anos sem greve, os servidores sabem o carinho e o respeito que tenho por eles”, afirmou.

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Em 7 anos e 4 meses, o prefeito Emanuel Pinheiro elaborou Planos de Carreira, Cargos e Salários (PCCs) para 13 das 19 categorias do Município. Os demais serão PCCs, que estão em fase de elaboração avançada, mas dependem da vedação da lei eleitoral, que impede a concessão de direitos aos servidores em ano de pleito.

Além de representantes dos servidores, a reunião contou com a presença da secretária de Gestão, Ellaine Mendes, do Secretário de Governo, Júnior Leite, e do secretário de Planejamento, Éder Galiciani. O presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais e Inspetores de Tributos de Cuiabá (Sinatif), José Luiz Pacheco, elogiou a resolutividade do encontro.

“O prefeito sempre atendeu os servidores e sempre nos recebeu de portas abertas, hoje o prefeito foi bem claro que vai cumprir com a palavra dele e dentro da lei vai implantar aquilo que nós mais queríamos que é o RGA”, afirmou Pacheco.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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