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Prefeito lança obra do hospital municipal de Sinop; investimento de R$ 42 milhões

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O prefeito Roberto Dorner, assinou, há pouco, a ordem de serviço e lançamento da obra de construção do hospital municipal de Sinop. A unidade terá estrutura de 4,2 mil m² E será construída em uma área de 7,8 mil m², entre os bairros Menino Jesus II e Vila Itália, na região do grande São Cristóvão. O investimento é de R$ 42 milhões. “Lançamos a obra do hospital, que é uma coisa que a gente sempre sonhou, mas uns falam assim, é tarde? Não, pois está dentro do plano de governo, um ano antes lançando, uma obra que está estimada para 365 dias sem reajuste, porque é uma obra rápida”, destacopu o prefeito.

Dorner explicou que, o investimento deverá proporcionar maior qualidade no atendimento e mais acessibilidade à comunidade, que visa atender a população da região do grande São Cristóvão, descentralizando o atendimento e desafogando o fluxo da UPA. “Então a gente está fazendo isso, porque é uma promessa de campanha, e é necessidade também do nosso município, como também do Nortão inteiro, pois nós hoje atendemos mais de 25 municípios e até o Sul do Pará. Nós temos casa de apoio hoje em Sinop, que vem se instalar dentro da UPA, então nós estamos bancando toda essa despesa. A turma fala: ‘está indo tantos milhões’, está indo mesmo, porque nós não cuidamos só de Sinop. Eu tenho falado isso com o governador e com o secretário de Saúde. A gente sabe que precisamos desta obra para poder dar um atendimento digno para a nossa população. Nós temos uma promessa do governador para providenciar os equipamentos do hospital e se tudo der certo, dentro de um ano estará funcionando”, acrescentou.

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O secretário de Saúde, Robinson Martins, também destacou a importância da obra. “Esse hospital vem para desafogar a UPA 24 horas, porque a demanda lá é cruel, em média 14 mil consultas por mês, e também vai favorecer a população aqui desta região que tem que deslocar por quilômetros para chegar a um atendimento na área da saúde”, concluiu.

O prefeito confirmou que já destinou cerca de R$ 5 milhões para iniciar as obras. O município também conta com a destinação de emendas de R$ 20 milhões, sendo R$ 10 milhões do senador Wellington Fagundes e outros R$ 10 milhões do governo do Estado de Mato Grosso.

A nova unidade hospitalar municipal está projetada para oferecer ambulatório de especialidades, salas de coleta, consultórios médicos, leitos de observação e internação (pediátrico e adulto), salas de tomografia, raio-x, endoscopia e ultrassonografia, centro cirúrgico e leitos de recuperação (RPA – Recuperação Pós Anestésico).

Participaram da cerimônia, o presidente da câmara municipal, Paulinho Abreu, secretários, vereadores e demais lideranças.

Só Notícias/Rosani Trindade (foto: Só Notícias e assessoria)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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