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Prefeitos afirmam que asfalto feito pelo Governo na MT-100 representa desenvolvimento para o Araguaia: “Trouxe progresso”

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O asfaltamento da MT-100 pelo Governo de Mato Grosso representa desenvolvimento para a região Araguaia, como destacam os prefeitos de Barra do Garças, Adilson Gonçalves, e de Ribeirãozinho, Ronivon Parreira. A obra era aguardada há mais de 30 anos pela população.

“Com a pavimentação da MT-100, nós melhoramos a condição de trafegabilidade e o município de Barra do Garças ganhou muito com isso. Todos sabem que Barra do Garças é uma cidade-polo no que diz respeito à educação, saúde, e atendemos dezenas de municípios aqui da região”, declarou Adilson Gonçalves.

Foram asfaltados mais de 57 quilômetros da rodovia estadual, entre os municípios de Pontal do Araguaia e Alto Araguaia. A conclusão foi em 2022 e os efeitos dessa obra vem sendo sentida pelos moradores.
Prefeito de Ribeirãozinho, Ronivon Parreira, destacou importância da obra para a região – Foto: Secom-MT

“A MT-100 para nós era um sonho que foi realizado pelo Governo Mauro Mendes e a gente só tem a agradecer ao governador e ao secretário que se empenharam em ajudar essa região que era chamada como Vale dos Esquecidos. Essa obra traz progresso para a região. Essa aqui é uma região que vai desenvolver bastante”, enfatizou o prefeito de Ribeirãozinho.
Foram asfaltados 57 km entre Pontal do Araguaia e Alto Araguaia – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

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Os moradores reforçam o quanto essa obra era esperada por quem vive na região.

Divino Clemente da Silva, que mora em Ribeirãozinho, contou que a população da região enfrentou muitas dificuldades por falta de infraestrutura e que agora a realidade mudou após essa obra.

“Era um grande sonho que agora virou realidade. Nós padecemos muito, por muitos anos, porque daqui (de Ribeirãozinho) até Alto Araguaia a gente chega a levar 6 a 8 horas de viagem e daqui a Barra do Garças, de 3 a 4 horas e hoje graças a Deus, e graças ao nosso Governo que teve compaixão de nós, concluiu essa obra e estamos muito satisfeitos com isso e o nosso sonho foi realizado”, lembrou.

As obras na MT-100 começaram depois que, em 2019, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), revisou 113,8 km de projetos para implantação e restauração da rodovia. As obras para o término da MT-100 foram licitadas, com um desconto de 22,87% em relação ao orçamento previsto durante gestão anterior.

Assista abaixo a reportagem do jornalista Israel Prates sobre a obra na MT-100

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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