MATO GROSSO
Presidente do Hospital H.Bento esclarece descredenciamento da Unimed no Pronto Atendimento ortopédico
MATO GROSSO
O presidente do Hospital H.Bento, Dr. Fábio Mendonça, esclareceu nesta quinta-feira (17) os motivos pelos quais o hospital deixou de oferecer o serviço de Pronto Atendimento ortopédico para pacientes do plano Unimed.
A decisão tem gerado transtornos e reclamações por parte dos pacientes que buscam atendimento em casos de urgência e emergência 24 horas.
“A Unimed passa atualmente por uma nova gestão e, de forma unilateral, decidiu descredenciar o Hospital H.Bento, mesmo diante de todo o histórico de atendimento ortopédico e dos serviços prestados à comunidade. A operadora tem essa autonomia, e trata-se de uma decisão de gestão”, explicou o presidente, em entrevista ao programa Entre Elas, da rádio CBN Cuiabá.
Segundo Fábio Mendonça, uma das alternativas encontradas foi manter o atendimento em consultas durante o dia, por meio dos médicos cooperados do hospital.
“Nós sofremos com isso, e os pacientes também, porque sabemos que os Prontos Atendimentos de outros hospitais acabam ficando lotados. Quem procurar o PA do H.Bento durante o dia será atendido pelos médicos cooperados e, se houver necessidade de imobilização, medicação ou outro procedimento, o hospital arca com os custos, sem repasse da Unimed. Dessa forma, conseguimos manter o atendimento no período diurno. Já à noite e nos finais de semana, quando não há médico cooperado, o atendimento não é realizado”, pontuou.
Questionado sobre a possibilidade de um acordo para retomar o credenciamento com a Unimed, o presidente afirmou que houve diversas tentativas de negociação, todas sem sucesso.
“Há dois anos seguimos em tratativas, tentando ao máximo evitar que a população fique desassistida, mesmo enfrentando uma dificuldade de ordem político-administrativa. Tentamos retomar o atendimento, mas recebemos a resposta de que não há interesse por parte da operadora em reativar o credenciamento”, concluiu.
Sobre o H.Bento
A sede do hospital funciona há 4 anos onde era o antigo Sotrauma, no bairro Dom Aquino, em Cuiabá, e é conduzido por um grupo de médicos especialistas. A unidade atende pacientes dos principais planos de saúde. O prédio está localizado na Av. Dom Aquino, no 355 – Dom Aquino, Cuiabá.
Além do Pronto Atendimento especializado em Ortopedia e Traumatologia e em Clínica Médica, o hospital também oferece atendimentos em várias especialidades Ortopédicas, Infectologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Urologia, Gastroenterologia e Neurocirurgia.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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