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Presidente orienta suspensão de CPI da Intervenção para explicar “objeto” ao MPE

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Conforme o liberal, o objeto de investigação são as práticas realizadas durante a Intervenção, como a susposta coação e assédio moral a servidores da saúde. Além da retirada de equipamentos da Secretária Municipal de Sáude, mesmo após a suspensão da Intervenção, por meio de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça.

“Ao meu ver, essa CPI que foi criada com o objetivo de investigar algumas práticas dos integrantes dos integrantes da Comissão de Intervenção, e não a Intervenção”, ressalta.

CPI da Intervenção

Autor do requerimento da CPI, o vereador Luis Cláudio (PP), defendeu que a Saúde de Cuiabá tem problemas, mas que isso não representa a prestação de um péssimo serviço.

O parlamentar ainda cobrou que o Estado cumpra os acordos e realize os repasses garantidos ao município, por meio da contrapartida nos atendimentos de pacientes do interior.

Entre as justificativas para o pedido, o argumento utilizado foi o “possível desvio de finalidade dos atos praticados durante a intervenção, suposto assédio moral, abuso de autoridade e atos administrativos irregulares praticados pela equipe de intervenção”, além de uma “aparente” descontinuidade dos serviços de saúde (atividade-fim) prestados/geridos pela secretaria de Saúde e Empresa Cuiabana de Saúde durante a intervenção do Estado e possível insuficiência de repasse do Estado de Mato Grosso ao Município de Cuiabá.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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