MATO GROSSO
Primeira-Dama de Mato Grosso destaca melhorias na Segurança Pública durante entrega de viaturas ao Programa SER Família Mulher
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Nesta segunda-feira (14.10), durante a entrega de quatro viaturas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) ao programa SER Família Mulher, a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, idealizadora do programa, destacou os avanços do Governo de Mato Grosso na segurança pública. Ela também expressou sua gratidão pelos investimentos direcionados ao combate à violência doméstica.
“Agradeço ao Governo do Estado por atender às demandas que encaminhamos por meio da Sesp, e ao secretário Roveri pela agilidade, que permitirá que as ocorrências sejam atendidas com mais eficiência”, disse Virginia Mendes.
A cerimônia de entrega das viagens aconteceu na Sala de Reunião Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, e contou com a presença de diversas autoridades, incluindo os secretários de Estado César Roveri (Sesp), coronel Grasi Bugalho (Setasc), Alan Porto (Seduc) , a diretora-geral da Polícia Judiciária Civil, Daniela Maidel, e o comandante-geral da Polícia Militar de MT, coronel Ale
A primeira-dama de MT, que tem acompanhado de perto as ações de segurança pública desde o início do atual governo, registrou sua luta pela implantação da Delegacia 24 horas da Mulher em Cuiabá.
“Quem está na polícia há muitos anos sabe bem a diferença. Antes, tínhamos viaturas paradas por falta de combustível. Hoje, vemos veículos novos, armas com tecnologia de ponta e a munição não falta. Os investimentos não se restringem apenas às ações em defesa da mulher. Este governo já realizou inúmeras entregas à segurança”, destacou.
A primeira-dama reconheceu o esforço conjunto das pessoas envolvidas nas ações de governo.
“Agradeço aos secretários e comandantes que trabalham incansavelmente na defesa das mulheres; aos delegados e investigadores da PJC do Plantão 24 Horas; e aos policiais da Patrulha Maria da Penha. Como sempre digo, ninguém faz nada sozinho; existe um conjunto de esforços por trás de cada trabalho e cada ação”, ratificou.
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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.
A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.
No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.
Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.
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