MATO GROSSO
Primeira-dama de MT agradece ao Governo e à Sesp pelo reforço na segurança do programa SER Família Mulher
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Além dos veículos, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), entregou 100 espingardas calibre 12, 34 fuzis e 97 drones, que serão destinados às atividades de investigação e todas as unidades policiais do Estado. O investimento totaliza mais de R$ 3 milhões.
Virginia Mendes agradeceu a atuação da Sesp, da Polícia Judiciária Civil (PJC) e a atenção do Governo do Estado ao programa.
“Agradeço os investimentos e a compreensão e sensibilidade do governador Mauro Mendes, por entender as necessidades que temos para os atendimentos ao programa SER Família Mulher, com respeito e a dignidade que as vítimas precisam. Também agradeço ao secretário, coronel Roveri, que tem sido um grande parceiro deste programa, e à diretora-geral da PJC, delegada Daniela Maidel, que, com seu perfil humanizado, tem sido imprescindível para o nosso trabalho”, disse Virginia Mendes.
O governador Mauro Mendes destacou a dedicação da primeira-dama e toda a rede empenhada no combate aos crimes de violência doméstica e feminicídio, bem como os objetivos dos investimentos.
“Virginia, mesmo com todas as dificuldades que enfrenta com sua saúde, está sempre à disposição, pensando em maneiras de aprimorar os programas idealizados por ela de maneira incansável. Todo esse investimento visa preparar melhor e equipar nossos profissionais para entregar um serviço de qualidade ao programa SER Família Mulher e à Segurança Pública de MT como um todo. Enfrentamos diariamente a violência e não vamos nos intimidar; aqui, bandido não tem e não terá vez”, afirmou o governador.
Para o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, essas viaturas são fundamentais para a ampliação do trabalho do Programa SER Família Mulher na Polícia Judiciária Civil.
“Essas viaturas serão bem utilizadas no atendimento às vítimas de violência doméstica, desde a porta de entrada da delegacia até o suporte necessário para que possam sair do ciclo de violência”, destacou Roveri.
O secretário lembrou que a Segurança Pública é uma grande parceira do Ser Família Mulher, um programa que está fazendo a diferença na vida das mulheres vítimas de violência. “Estamos integrando a caravana liderada por dona Virginia Mendes, uma iniciativa que está levando os serviços ofertados pelo Governo do Estado a todos os municípios, alcançando as famílias que necessitam da presença e atendimento do setor público”, completou Roveri.
A secretária da Setasc, coronel Grasi Bugalho, ressaltou a importância dos investimentos no programa SER Família Mulher. “As mulheres em situação de violência e vulnerabilidade precisam de atendimento diferenciado, e o SER Família Mulher proporciona isso. É uma política pública transversal que vai além da Assistência Social. Equipando melhor as Delegacias das Mulheres da PJC, a Polícia Militar, a Patrulha Maria da Penha e todos os órgãos dessa rede de enfrentamento, conseguimos entregar uma política pública com mais qualidade e eficiência”, explicou.
As picapes descaracterizadas serão usadas em ações de retirada dos pertences das vítimas de violência doméstica e familiar, para que elas não se sintam constrangidas durante os atendimentos.
“Esses veículos serão utilizados exclusivamente no atendimento às mulheres e vulneráveis de forma geral. São viaturas operacionais não identificadas para impedir a revitimização, seja para a retirada de pertences ou exames de corpo de delito, permitindo uma ação humanizada, como idealizou nossa primeira-dama Virginia Mendes, que além do auxílio-moradia, preocupa-se com a segurança de modo geral”, ratificou a delegada-geral da PJC, Daniela Maidel.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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