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Professor da UFMT alerta que usinas no rio Cuiabá devem secar o Pantal de MT

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Professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Chico Peixe, alertou que a instalação de usinas hidroelétricas no rio Cuiabá podem secar o Pantanal mato-grossense. O aviso foi dado durante coletiva de imprensa na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) após a derrubada da lei que proibia a instalação dos empreendimentos na Capital.

“Se fizer qualquer coisa que derroque as pedras do rio para fazer a hidrovia do Paraguai, construindo as usinas e o modo como a água será remanejada, infelizmente vai secar o Pantanal”, disse na terça-feira (9).

Ocorre que, nesta segunda-feira (9), a Suprema Corte formou maioria para derrubar a lei que proibia as unas na Capital. Com relatoria do ministro Edson Fachin, a Ação Direta de Inconstitucionalidade foi movida pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Ao lamentar a decisão da Suprema Corte, o professor afirmou que além de provocar a extinção dos peixes de toda a bacia, as áreas secas do Pantanal seriam transformadas em grandes pastos para criação de gado, o que deve favorecer os barões do agronegócio.

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“Tudo isso vai fazer uma grande região para criação de gado e isso é um absurdo nacional. Vamos perder qualidade de água, diante do número de fungos e bactérias da represa. Basta somente uma usina que todo o processo de peixes migratórios deixa de existir”, lamentou.

Alan Mesquita A Gazeta

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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