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Promotor afirma que padrão da UPA Leblon deve ser modelo de unidade pública de saúde: “Que agora essa seja a régua”

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O promotor Milton Mattos da Silveira Neto, da 7ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá, afirmou que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Jardim Leblon, em Cuiabá, deve ser referência para a saúde pública devido ao padrão de qualidade da estrutura entregue pelo Governo de Mato Grosso, nesta quinta-feira (13.07).

“Como promotor da saúde, ver uma unidade como essa sendo inaugurada é um momento que eu fico muito feliz e eu espero, porque vou ficar nessa Promotoria por muitas décadas, que essa seja a régua e vou fiscalizar para que todas sejam feitas com esse padrão”, destacou.

Ele ressaltou a importância de bons gestores para se ter políticas públicas de resultado.

“A nossa missão é melhorar a saúde, mas como sempre digo nós do Ministério Público não fazemos políticas públicas da Saúde. Quem faz as políticas públicas da Saúde são os políticos, e os bons políticos”, pontuou Silveira.

Para ele, o trabalho conjunto entre o Governo de Mato Grosso, Ministério Público Estadual (MPE), Tribunal de Contas do Estado (TCE), e Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que resultou na intervenção na Saúde de Cuiabá é histórico.

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“Esse é um momento histórico. Todos trabalhando em prol de uma única finalidade que é melhorar a saúde da população que está na ponta”, afirmou.

A UPA Leblon começa a atender às 19h desta sexta-feira (14.07), com estrutura completa e mais de 200 profissionais.

A unidade conta com seis leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 16 de observação, e vai oferecer atendimentos odontológicos de urgência e emergência, exames laboratoriais e de raio-X.

A obra foi finalizada pelo Gabinete de Intervenção Estadual na Saúde de Cuiabá, depois de mais de sete anos em construção pela gestão municipal. Ao todo, a obra custou R$ 8,6 milhões.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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