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Reeducandos fazem manutenção e limpeza de escolas públicas em Sinop

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Vinte reeducandos na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (503 km ao Norte de Cuiabá), estão fazendo a limpeza e manutenção de escolas no município. As atividades de ressocialização fazem desenvolvidas por meio do Projeto “Escola Limpa”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), em parceria com o Conselho da Comunidade na Execução Penal, a Prefeitura e o Poder Judiciário.

De acordo com o diretor da penitenciária, Adalberto Dias, o projeto dá a oportunidade de ressocializaçã e ainda presta serviços à comunidade. “O Escola Limpa permite a reinserção social das pessoas privadas de liberdade, com atividades que os mantêm ocupados, melhorando a autoestima e resgatando a dignidade deles. Tem ainda como resultado legal a redução da pena através do trabalho”, afirma.

Uma das unidades contempladas é a Escola Municipal Pequeno Príncipe. No prédio, os reeducandos fazem a manutenção, pintura, reforma de calçadas e de banheiros, limpeza de bebedouro, revitalização da quadra de esportes, da área administrativa e na parte hidráulica e elétrica e trabalho de jardinagem.

As escolas atendidas são responsáveis por providenciar os materiais e insumos necessários para as ações. Os trabalhos são realizados duas vezes por mês, sem a presença dos alunos.

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Ao fim do expediente, eles retornam para o presídio em meio de transporte cedido pelo poder público municipal, sob escolta do sistema penitenciário. “Aos domingos, após a realização do projeto, eles são liberados para passar o dia com a família”, destacou Adalberto Dias.

O preso que participa do projeto recebe autorização para receber a visita de um familiar em sua respectiva residência, pela Justiçacomo forma de recompensa pelos serviços prestados.

Os recuperandos são previamente selecionados por uma comissão laboral e os nomes comunicados ao juiz da Vara de Execução local. Eles também contam com monitoramento eletrônico e escolta policial. A previsão é de que mais uma unidade seja contemplada no mês de fevereiro. 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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