MATO GROSSO
Rei do Porco é negativado por dívida milionária de sua empresa e juiz ordena sua retirada do Serasa
MATO GROSSO
Luiz Octavio Saboia, Juiz da 3ª Vara Cível de Cuiabá, determinou que o nome de Reinaldo Gomes de Morais, empresário conhecido com Rei do Porco, seja retirado do Serasa. O nome de Reinaldo e Matheus Pereira de Morais foram negativados em julho deste ano por uma dívida no valor de R$ 1.243.422,68 da empresa SuínoBrás, em que são sócios, com a Montreal Foods Alimentos Eirelli.
Consta do processo que eles “foram surpreendidos com a notificação do SERASA informando a negativação de seus CPFs em 20/7/2022, pela dívida no valor de R$ 1.243.422,68”.
Além disso, a defesa requereu, liminarmente, que a Montreal Foods Alimentos seja compelida a excluir o nome de Reinaldo e Matheus dos órgãos restritivos enquanto perdurar a discussão nos autos, vez que a dívida foi contraída pela empresa e não pelos seus sócios.
Em análise aos documentos acostados no processo, o magistrado verificou que a negativação se deu em pela ausência de pagamento da quantia de R$ 1.243.422,68 referente ao contrato firmado com a Pessoa Jurídica Suinobras Alimentos Ltda. da qual os autores são sócios. “Todavia, importa esclarecer que a pessoa física não se confunde com a pessoa jurídica, que possui autonomia própria”, discorreu Luiz.
“Diante do exposto, com amparo no art. 300, do Código de Processo Civil, DEFIRO a medida pleiteada para determinar que a requerida exclua, no prazo de cinco dias, o nome da parte autora nos órgãos de proteção ao crédito, pelo débito em discussão nos autos, até o deslinde da demanda”, determinou o magistrado.
Olhar Jurídico
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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