MATO GROSSO
Representantes do setor cultural e de prefeituras de MT participam de capacitação em Cuiabá
MATO GROSSO
A capacitação ocorreu durante o 2º Encontro de Gestores Municipais de Cultura, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e o Ministério da Cultura (MinC). O coordenador de Orientação e Capacitação da Diretoria de Assistência Técnica do MinC, Binho Riani Perinotto, veio a Cuiabá para ministrar a oficina técnica.
“Temos muito a comemorar, a Cultura conquistou grandes avanços e estamos fortalecidos com as legislações de fomento ao setor. Mas é preciso estar atento aos prazos e enviar o Plano de Ação, pois ele é o instrumento que efetiva o repasse aos estados e municípios. Sem ele, a Lei não existe na prática”, explicou o gestor durante o evento.![]()
Durante o encontro, o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Jefferson Neves, destacou o contexto atual de valor conquistado pela Cultura, e todo esforço da Secel para promover e descentralizar as políticas públicas. “Sonhamos com o cenário que estamos vivendo agora. Temos o MinC de volta, temos orçamento, temos investimentos do Estado, temos representantes nos órgãos legislativos. E todo esse cenário vem com muita vontade de trabalhar para que as ações da Secel alcancem mais e mais pessoas”, destacou.
Com uma meta de alcance de 120 dos 141 municípios mato-grossenses, o esforço da Secel neste momento é orientar e explicar para a classe cultural sobre os requisitos da Lei e como usar a plataforma de solicitação e transferência dos recursos, o TransfereGov. “A gente precisa de fato fazer com que nossos trabalhadores da cultura tenham acesso aos recursos, e não mediremos esforços para que todos os municípios sejam incluídos”, ressaltou o secretário adjunto de Cultura, Jan Moura.
Lei Paulo Gustavo
A Lei Paulo Gustavo prevê R$ 3,8 bilhões de investimentos em todo país, e é considerada o maior valor da história destinado ao setor cultural. Estados e municípios têm até 11 de julho para submeter os Planos de Ação na plataforma TransfereGov, e os valores serão liberados após aprovação de cada proposta. Entre as ações, devem constar editais, chamamentos públicos, prêmios e outras.
Durante a oficina, foram apresentadas informações gerais sobre a Lei Paulo Gustavo, como o recurso pode ser utilizado e como ter acesso aos valores. Também houve explicação sobre como usar o TransfereGov, como será a execução dos recursos e a prestação de contas, bem espaço para tirar dúvidas.
Na ocasião, Binho Perinotto destacou a importância de que todos busquem informações sobre a legislação e utilizem os canais de comunicação disponíveis, tanto do Governo Federal quanto do Estado.
Para ajudar os gestores e gestoras a acessar os recursos, o MinC disponibiliza no site gov.br/leipaulogustavo guias e cartilhas com orientações sobre a Lei, perguntas frequentes e canais de atendimento.
Desde a regulamentação da Lei, a Secel tem realizado ações para garantir a participação da sociedade civil na elaboração das políticas públicas, assim como oferece suporte técnico para os municípios. Já foram realizadas escutas e consulta pública, e a Secretaria também disponibiliza um email para sugestões e dúvidas: leipaulogustavo@secel.mt.gov.br.
Também participaram da abertura do encontro o deputado estadual Beto Dois a Um, a vereadora Edna Sampaio e representantes do Conselho Estadual de Cultura e da Comissão de Intergestores Bipartite. Além disso, servidores e gestores de órgãos estaduais de Fazenda e Controladoria Geral e representantes de entidades como a Associação Mato-grossense de Municípios e a Central Única da Favela.![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos
Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.
Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.
Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.
“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.
Os erros financeiros mais comuns entre casais
Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.
Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.
Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.
Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.
“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.
Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos
Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.
“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.
Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.
Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:
Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.
“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.
Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor
Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?
De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”
Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.
Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.
Construindo o futuro juntos
Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.
Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.
“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.
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